Executivo e Congresso têm tido uma relação atribulada porque há poucos deputados e senadores eleitos pelo grupo político mais próximo do presidente.
09 de maio de 2024 às 18:36
Lula e Arthur Lira. Lula e Arthur Lira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira, 9 de maio, que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o ajuda no governo.
Executivo e Congresso têm tido uma relação atribulada porque há poucos deputados e senadores eleitos pelo grupo político mais próximo de Lula.
"Quando eu ganhei as eleições diziam para mim que eu ia ter dificuldade de governar porque o Arthur Lira tinha sido eleito presidente da Câmara", declarou o petista.
"Eu tive o Renan como presidente do Senado por dois mandatos no primeiro governo petista, alagoano, que me ajudou muito a governar. E agora, quis Deus que eu tivesse um outro alagoano na presidência da Câmara, que me ajudou muito", disse o chefe do governo.
Ele deu as declarações em Alagoas, onde participou da assinatura da ordem de serviço das obras do trecho V do Canal do Sertão Alagoano, em São José da Tapera. Arthur Lira e Renan Calheiros também foram à cerimônia.
"Eu agradeço ao Lira, ao Pacheco, aos deputados. Até àqueles contrários eu agradeço. Porque até hoje nós não tivemos um projeto de interesse do governo que fosse derrotado na Câmara", disse o presidente da República.
Ele disse que as diferenças ideológicas não são levadas em contas quando o que está em jogo é mais importante.
"De vez em quando ouço dizer que o Lira está nervoso. Aí eu mando o Rui Costa conversar com ele. Dois nervosos se entendem. Quando tem algum problema no Senado eu falo com os senadores, falo com o Pacheco, e não tem problema. É assim que a gente governa o País", disse o presidente da República.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, é o principal interlocutor do Planalto junto a Arthur Lira porque o presidente da Câmara está rompido com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
Lula também mencionou as enchentes no Rio Grande do Sul e elogiou as pessoas que estão se voluntariando para atender as vítimas dos alagamentos.
"É esse país fraterno, solidário, sem ódio, sem mentira que nós vamos construir até o final do meu mandato, em 2026", declarou.
Estadão Conteúdo
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