Lula e José Dirceu. Foto: Reprodução/Redes sociais
Durante o 17º Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado no domingo, 3 de agosto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o retorno de antigos dirigentes da legenda que foram condenados nos escândalos do Mensalão e da Lava Jato, mas que tiveram suas sentenças anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Em seu discurso, Lula citou nominalmente os ex-ministros José Dirceu e José Genoino, além dos ex-tesoureiros Delúbio Soares e João Vaccari Neto.
Disse estar feliz com a presença de Delúbio e Vaccari no evento e considerou importante o retorno de José Dirceu à direção nacional do partido. Também afirmou que Genoino deveria estar de volta à cena política da legenda.
“Eu estou feliz que o companheiro Delúbio esteja presente aqui nesta plenária. Estou feliz, acho que o Vaccari também está aqui nesta plenária. Acho extremamente importante a volta do José Dirceu para a direção nacional do PT. Acho que o companheiro Genoino deveria estar nessa também”, declarou.
Após a fala, a plateia reagiu com gritos de apoio a José Dirceu, que cogita disputar uma vaga de deputado federal em 2026 com apoio de Lula. As condenações dos quatro citados foram anuladas pela Justiça.
Lula também cobrou autocrítica do partido. Disse que o PT não deve se limitar à autocelebração e defendeu o reconhecimento de erros para que não se repitam.
“Quando a gente faz a exaltação do PT é muito bonito porque a gente conquista aplausos. Mas se a gente também não comentar os erros que nós fizemos, a gente pode continuar cometendo esses erros”, afirmou.
José Dirceu, um dos fundadores do PT, assumirá um cargo na nova executiva nacional, agora presidida por Edinho Silva, empossado no mesmo evento.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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