presidente vietnamita, Luong Cuong, e o presidente Lula Ricardo Stuckert
Nesta sexta, 28 de março, o presidente Lula (PT) criticou a divisão do mundo em zonas de influência, como aconteceu durante a Guerra Fria (1947-1991). O petista se posicionou contra a possível divisão do mundo entre os países que estão alinhados com os Estados Unidos ou com a China.
"Como expoente da construção de uma ordem multipolar, a América Latina e o Sudeste Asiático devem evitar uma nova divisão do globo em zona de influência. Ainda que de formas distintas, Vietnã e Brasil sofreram os efeitos da Guerra Fria e sabem que o melhor caminho é o do não alinhamento", declarou o presidente durante conversa com os jornalistas em Hanói, capital do Vietnã.
Ao lado do presidente vietnamita, Luong Cuong, Lula também criticou o protecionismo e as guerras na Faixa de Gaza e na Ucrânia. "Ações unilaterais agora colocam em risco o multilateralismo. A governança global em matéria de comércio, saúde e meio ambiente está sob sérias ameaças. Gaza é hoje o maior símbolo do abandono do humanismo que cultivamos. Nada justifica a matança indiscriminada de civis. Na Ucrânia, o Brasil sempre defendeu a via do diálogo", aponta o líder petista.
O presidente brasileiro chega ao Vietnã após concluir sua agenda no Japão. A viagem pela Ásia visa diminuir a dependência que o Brasil tem da China e dos Estados Unidos, que travam uma disputa comercial, que vem piorando com as medidas adotadas pelo presidente americano Donald Trump.
Durante o encontro com o líder vietnamita, Lula afirmou que tem interesse em reconhecer o Vietnã como uma economia de mercado e pretende ampliar a venda de alimentos para o país. No ano passado, os dois países registraram intercâmbio comercial de US$ 7,7 bilhões, com US$ 415 milhões de superávit para o Brasil. O Vietnã se consolidou como o quinto destino global das exportações do agronegócio brasileiro.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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