Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) para acompanhar a execução do "Dia E". Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs neste sábado, 13, a mudança do nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) para "um nome mais digerível" e "popular".
As declarações ocorreram em uma visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), para acompanhar um dia de mutirão de atendimento à população realizado pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da Saúde.
Na ocasião, Lula disse que a atual sigla soa como uma palavra em "holandês" e afirmou que o nome original foi formulado por quem "não entende nada de comunicação".
Também compareceram ao evento o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o ministro Camilo Santana (Educação), a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, o presidente da EBSERH, Arthur Chioro, e a primeira-dama Janja da Silva.
Em discurso, o ministro da Educação disse que Lula pediu que as ações de educação relacionadas à saúde sejam interministeriais.
Segundo Santana, essa operação ocorreu na implementação do marco regulatório da Educação à Distância, que impede a realização de cursos de saúde nessa modalidade.
A visita contou uma transmissão online de outros cinco hospitais que realizam o mutirão, em Belo Horizonte (MG), São Luís (MA), Belém (PA), Goiânia (GO) e Curitiba (PR).
O ministro das Cidades, Jáder Filho, entrou ao vivo na transmissão, direto da capital paraense, e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, compareceu ao mutirão no Paraná.
A ação é intitulada "EBSERH em Ação - Agora Tem Especialistas" e ocorre em parceria com a EBSERH, no que o governo chama de "Dia E".
A iniciativa é promovida em 45 hospitais universitários federais da rede EBSERH, com o envolvimento de graduandos e residentes.
A ação envolve 29 mil procedimentos no Brasil, entre eles 22.700 exames, 4.500 consultas e 1.900 cirurgias eletivas, em especialidades como oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e saúde da mulher. Em Brasília, são 852 procedimentos, com o envolvimento de 170 profissionais.
Segundo o governo, para participar do mutirão, é preciso estar em atendimento nos hospitais universitários e se enquadrar nos critérios de prioridade, ou ser encaminhado pela central de regulação municipal ou estadual.
O programa Agora Tem Especialistas foi lançado pelo Ministério da Saúde para reduzir as filas e o tempo de espera no Sistema Único de Saúde. De acordo com informações do governo federal, a EBSERH já promoveu 47 mutirões no País em 2025.
Estadão Conteúdo
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
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