presidente Lula. Foto: Marcelo Camargo (Agência Brasil)
Durante discurso, na última sexta-feira, 17 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva questionou a necessidade de disputar novamente as eleições, destacando sua idade, mas também, segundo ele, a disposição que ainda mantém para a política. (Veja vídeo abaixo)
“Pra que eu tenho que ser candidato outra vez? Eu tô com 80 anos, hein? Apesar de que vocês acham que eu tenho 30. Mas eu ainda tenho disposição pra mais umas cinco eleição, podem ficar tranquilos. Mas eu fico pensando: pra quê? Qual é o projeto que nós vamos apresentar a esse país?”, afirmou Lula.
Veja vídeo:
Durante sua participação no congresso nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso sobre o cenário político recente e sobre a reação da sociedade às mudanças ocorridas no país. (Veja vídeo abaixo)
Lula afirmou que “a gente costuma jogar a culpa nos outros e não pensa se errou, o que deixou de fazer ou não fez”, sobre a responsabilidade coletiva pelos rumos do Brasil.
O presidente questionou como figuras “politicamente grotescas”, em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro, chegaram ao poder.
“Como é que se explica uma figura politicamente grotesca como Bolsonaro virar presidente da República desse país? Como é que se explica?”, disse.
Vídeo:
O presidente também mencionou exemplos de líderes com perfil semelhante eleitos em países da América do Sul e da Europa.
Ao relembrar seu período no Palácio do Planalto, entre 2002 e 2010, Lula afirmou que viveu “o melhor momento político, ideológico e social da América do Sul”.
Segundo Lula, esse período foi marcado por avanços econômicos e inclusão social. O presidente disse ainda que a esquerda deve avaliar os motivos que levaram à perda de influência em alguns países.
Lula defendeu que grupos progressistas retomem o diálogo com a sociedade e busquem compreender as razões pelas quais parte da população se aproximou de discursos conservadores nos últimos anos.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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