A ação foi movida pelos advogados Ângelo Ferraro e Miguel Novaes, que argumentaram que as manifestações do empresário ultrapassaram os limites da liberdade de expressão.
Luciano Hang e Lula. Foto: Agênica Brasil
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) decidiu, nesta quinta-feira, 30 de outubro, condenar o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas departamento Havan, a pagar mais R$ 33 mil ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por declarações consideradas ofensivas.
Os episódios ocorreram entre 2019 e 2020, quando Hang fez publicações e manifestações públicas com frases que, segundo o tribunal, macularam a imagem de Lula.
Luciano Hang ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão do TJ-SC.
A ação foi movida pelos advogados Ângelo Ferraro e Miguel Novaes, que argumentaram que as manifestações do empresário ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques pessoais ao presidente.
Apesar disso, em 2023, na primeira instância, a Justiça considerou improcedente o pedido de indenização por danos morais feito pela defesa do presidente, ao entender que, por se tratar de uma figura pública, Lula está sujeito a críticas.
"O convívio com denúncias, acusações e críticas ácidas é inerente à vida pública", destacou o tribunal na época. Na nova decisão, o tribunal afirmou que "mesmo figuras públicas têm direito à proteção da honra e da imagem". Luciano Hang ainda pode recorrer.
Estadão Conteúdo
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A publicação foi feita após a participação do senador no Conservative Political Action Conference (CPAC), nos Estados Unidos.
A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
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