Líder do PT diz que prisão de Gilson Machado 'quebrou as pernas financeiras' do Bolsonarismo Foto: Zeca Ribeiro/Ag. Câmara
O líder do PT na Câmara, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), falou sobre a eventual prisão e soltura do ex-ministro do Turismo Gilson Machado (PL-PE), na sexta-feira, 13 de junho. O parlamentar falou que o ocorrido irá atrapalhar a arrecadação de recursos financeiros pelos bolsonaristas.
“Gilson era o principal articulador da campanha de Pix do Bolsonaro.Vai quebrar as pernas financeiras da organização criminosa que continua tentando um golpe contra o Brasil”
No X, Lindberg escreveu “Toc, toc, toc! É a Polícia Federal! Mais um do núcleo bolsonarista atrás das grades (…). O cerco tá fechando”
O ex-ministro foi detido de manhã em sua casa, localizada em Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana. Após a prisão, ele foi ouvido na superintendência da Polícia Federal, no bairro do Pina, na mesma região da cidade, e negou envolvimento com o caso.
Em seguida, passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML), no bairro de Santo Amaro, área central do Recife.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), Gilson Machado chegou ao Cotel à tarde. Ele foi posto em cela separada "para a garantia da sua integridade física".
Poucas horas após sua prisão, a defesa de Gilson Machado Neto, informou ao site Portal de Prefeitura que foi emitido um alvará de soltura para o ex-ministro do turismo de Jair Bolsonaro. O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa e o advogado Célio Avelino estão se dirigindo para o Cotel (Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna).
A decisão acontece após a Procuradoria Geral da República apresentar parecer favorável para a soltura e o ministro Alexandre de Moraes revogar a prisão. Ainda segundo a assessoria a medida foi proferida nesta sexta-feira (14), atendendo ao pedido da defesa.
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Desde a promulgação da Constituição de 1988, a data de posse ocorria sempre no dia 1º de janeiro.
Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência.
A nota da legenda aponta que o senador foi vitorioso no primeiro turno e acusa o presidente petista de ter ampliado gastos públicos para sair vitorioso na disputa.
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