Mulher matou filha de 10 meses. Montagem: Portal de Prefeitura Mulher matou filha de 10 meses. Montagem: Portal de Prefeitura
A mulher de 27 anos que envenenou a filha de 10 meses e escondeu o corpo no freezer de casa teve sua prisão em flagrante convertida em prisão preventiva nesta quinta-feira, 23 de maio, após passar por audiência de custódia.
Identificada como Simary Rayane da Silva, ela foi encaminhada para a Colônia Penal Feminina Bom Pastor, localizada no Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife.
Simary Rayane foi conduzida algemada e utilizando uma máscara e não falou com a imprensa no local.
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Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), a audiência de custódia ocorreu no Fórum de Jaboatão dos Guararapes durante a manhã.
O juiz Renato Dibachti Inácio de Oliveira determinou que Simary Rayane permanecerá presa preventivamente pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
Uma mulher foi presa, na manhã da quarta-feira (22), suspeita de ter matado sua filha, de 10 meses, com chumbinho, e escondido o corpo dentro da geladeira por 30 dias.
O 6º BPM recebeu um chamado, ainda na noite da terça-feira (21), para atender a uma ocorrência na Comunidade de Dom Helder, em Candeias, Jaboatão dos Guararapes.
Ao chegar ao local, a polícia ouviu da mãe de Simary que a filha se negava a revelar onde estava sua neta.
Após conversar com todos os envolvidos, o efetivo policial sugeriu que procurassem o Conselho Tutelar e apoio psicológico para melhorar a relação familiar.
No entanto, na manhã desta quarta (22), a mãe da bebê compareceu ao Batalhão da PM e confessou ter matado sua filha, de 10 meses, e escondido o corpo na geladeira por 30 dias.
A mãe, que é frentista, também afirmou que se arrependeu de ter cometido o crime e disse que descongelava o corpo da bebê todas as noites para chorar.
Simary relatou ter utilizado veneno chumbinho para tirar a vida da criança, que se chamava Sofia Rayane da Silva.
A perícia do Instituto de Medicina Legal (IML) ainda vai confirmar se o envenenamento foi, realmente, a causa da morte.
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No recurso, o tribunal alegou que o pagamento não pode ser suspenso antes de o Congresso aprovar regras para definir quais verbas indenizatórias podem ser admissíveis
Muitos pacientes sequer tinham condições de arcar com os valores cobrados e contraíram dívidas para fazerem os pagamentos pleiteados, diz o Ministério Público na denúncia.
Após ter sido adiado quatro vezes, o julgamento que vai decidir sobre a medida deve ocorrer nesta quarta-feira, 11 de fevereiro.
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