Suspeitos saindo do DHPP em direção à audiência de custódia. Foto: Redes Sociais/@emersonfreitasoficial/Reprodução
Os suspeitos, Fernando Santos de Brito e Fabiano Rodrigues de Lima, de assassinarem e ocultarem o corpo de Ester Izabelle, de 4 anos, tiveram a prisão a conversão da prisão em flagrante para preventiva por determinação da Justiça de Pernambuco após audiência de custódia, realizada nesta quarta-feira, 22 de outubro, no Fórum de Jaboatão dos Guararapes.
A decisão foi tomada pela Central de Garantias Especializada do município, que entendeu haver elementos suficientes para manter os dois detidos de forma preventiva. Ambos foram autuados pelo crime de ocultação de cadáver.
Segundo o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), os suspeitos serão encaminhados inicialmente ao Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.
“Posteriormente serão transferidos para o Presídio de Itaquitinga”, informou o TJPE em nota.
O corpo de Ester Izabelle, de 4 anos, foi encontrado no início da tarde da terça-feira, 21 de outubro, dentro de uma cacimba, em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife. A família denuncia que a menina teria sido sequestrada na segunda (20), por um suposto homem encapuzado.
Equipes do Corpo de Bombeiros de Pernambuco (CBMPE) e da Polícia Militar (PMPE) estiveram no local e passaram a manhã da terça (21) tentando localizar a vítima, com ajuda dos moradores.
A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) prendeu, na tarde da terça-feira, 21 de outubro, dois homens suspeitos de assassinar Ester Izabelle, de 4 anos, foram presos.
De acordo com a corporação, a operação foi conduzida por equipes da 38ª Circunscrição Policial (CP), com o apoio da 37ª CP de Camaragibe e da 9ª Delegacia Seccional (DESEC).
As investigações começaram logo após o desaparecimento da menina, que havia sido vista pela última vez em um campo de futebol próximo à residência da família, na comunidade Ettore Labanca.
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Durante o processo, os quatro negaram a prática de estupro. Apesar de admitirem que tiveram relações sexuais com a adolescente, sustentando que os atos ocorreram de forma consensual.
O texto agora está pronto para análise no plenário do Senado. Se aprovada sem alterações, a PEC 18 de 2025 será promulgada uma vez que já foi aprovada na Câmara.
Por unanimidade, ministros decidiram excluir publicações que relacionavam o presidente a facções criminosas sem apresentar contexto factual para sustentar as associações.
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