Performance de Jesus gay em universidade. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) apresentou, nesta sexta-feira, 31 de janeiro, uma denúncia ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) contra uma performance realizada no “Bloco da Laje”, em Porto Alegre (RS), no último domingo (26).
O episódio envolveu um homem caracterizado como Jesus Cristo, que fez um strip-tease ao som da música “Pregadão”, que faz referência à crucificação de Cristo. Após simular movimentos de teor sexual, ele encerrou a apresentação vestindo apenas uma tanga.
Segundo a ANAJURE, a performance usou símbolos religiosos cristãos para escarnecer da crucificação de Jesus, ferindo a fé de milhões de pessoas.
A associação sustenta que o caso pode configurar vilipêndio religioso ou crime de racismo religioso, conforme o Código Penal e a Lei 7.716/89.
Além disso, a denúncia questiona o possível uso de verbas públicas para financiar apresentações ofensivas às comunidades cristãs.
Segundo a apuração, apenas o Estado do Rio Grande do Sul e o Município de Porto Alegre podem ter destinado mais de R$ 300 mil à produção do evento.
A ANAJURE solicita providências para investigar tanto os responsáveis pela performance quanto o uso de dinheiro público em eventos que desrespeitam a religiosidade da população.
Na última segunda-feira (27), a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) se manifestou após ser cobrada pelo envolvimento de uma professora no caso.
Ela gravou um homem usando uma coroa de espinhos colorida, com as cores da bandeira LGBTQ+, fazendo um strip-tease enquanto o público cantava “Vamos tirar Jesus da cruz”.
A instituição esclareceu que a profissional não faz mais parte do corpo docente. Segundo o comunicado oficial, ela já havia se desligado da faculdade antes da apresentação no domingo (26).
As imagens mostram o artista tirando toda a roupa, ficando apenas de sunga. Em seguida, ele se lança na multidão com os braços abertos, em referência à crucificação. A apresentação aconteceu no Bloco da Laje, um coletivo teatral carnavalesco fundado em 2011.
A performance gerou grande repercussão, especialmente entre cristãos, que expressaram indignação nas redes sociais.
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Diretor-geral Andrei Rodrigues afirmou que ocorrências registradas não comprometeram a votação e mantém atenção especial para impedir a infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral.
Presidente do tribunal classificou a conduta como irregular e candidato a presidência afirmou que não foi alertado sobre o aparelho nem o utilizou.
O crime ocorreu na quarta-feira, 30 de setembro, na Avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo.
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