Lula e Jojo Todynho Arte: Portal de Prefeitura
Foi marcada para o dia 18 de setembro, pela Justiça do Rio de Janeiro, na 28ª Vara Criminal da Capital, a audiência de reconciliação entre o Partido dos Trabalhadores (PT) e a cantora e influenciadora Jojo Todynho.
A ação foi movida pelo PT após uma declaração feita por Jojo em um programa em 2023, na qual ela afirmou ter recebido uma proposta do partido no valor de R$ 1,5 milhão para apoiar a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022.
O partido acusa a artista de difamação e alega que a fala prejudicou a imagem da legenda, o que motivou o processo judicial.
As declarações de Jojo Todynho foram feitas durante o podcast Conversa Paralela, do canal Brasil Paralelo, onde ela relatou ter recebido a proposta milionária:
“Me ofereceram R$ 1,5 milhão para fazer campanha quando o Lula veio candidato a presidente. E eu falei que não. Ligaram, marcaram um almoço, falaram que era um trabalho, e quando eu cheguei lá, era isso. Eu falei: ‘Desculpa, gente, não vai rolar’”, disse a influenciadora.
Na época, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, respondeu às declarações e negou veementemente que o partido tenha feito qualquer oferta do tipo. Ela também afirmou que nenhum valor foi pago a artistas ou influenciadores digitais durante a campanha eleitoral de 2022.
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A Justiça também determinou medidas para bloquear o patrimônio dos suspeitos, como o sequestro de bens e restrições à atuação de empresas ligadas ao grupo.
Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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