A defesa do parlamentar sustentou que parte do material usado em sua campanha foi doado por apoiadores e que outra parte teria vindo de repasses da campanha majoritária.
Vereador Milcon Rangel. Foto: Divulgação
O processo que colocava em risco o mandato do vereador de Olinda, Milcon Rangel (MDB), terminou de forma definitiva. No dia 7 de agosto, a Justiça Eleitoral certificou o trânsito em julgado da ação que pedia a cassação do parlamentar.
Com a decisão, não há mais possibilidade de recurso, e o vereador segue no cargo para o qual foi eleito.
A ação, movida pelo Partido Progressista (PP), acusava o vereador de captação ilícita de recursos e abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral.
Segundo a denúncia, ele teria utilizado material de campanha que não foi declarado oficialmente na prestação de contas. O partido apontou que essa prática representaria vantagem indevida e violaria a legislação eleitoral.
A defesa de Milcon Rangel sustentou que parte do material usado em sua campanha foi doado por apoiadores e que outra parte teria vindo de repasses da campanha majoritária. Esse argumento foi analisado ao longo do processo, que percorreu todas as instâncias possíveis antes de chegar à decisão final.
Milcon Rangel conquistou uma vaga na Câmara Municipal de Olinda nas eleições de 2024, recebendo 2.626 votos pelo MDB. Não foi sua primeira disputa eleitoral. Em 2020, ele concorreu pelo PDT, mas acabou como suplente e não assumiu o cargo.
O Portal de Prefeitura relembra a votação que cada um conseguiu obter nas eleições de outubro de 2024.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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