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Justiça da Argentina autoriza visita de Lula a Cristina Kirchner em prisão domiciliar

O pedido foi feito pela própria ex-presidente Argentina, que está em prisão domiciliar. O Palácio do Planalto ainda não confirmou se Lula irá se encontrar com Kirchner.

Jameson Ramos

02 de julho de 2025 às 16:30   - Atualizado às 16:32

O presidente Lula e a ex-presidente Argentina, Cristina Kirchnner.

O presidente Lula e a ex-presidente Argentina, Cristina Kirchnner. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A Justiça Argentina autorizou nesta quarta-feira, 2 de junho, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visite a ex-presidente do país, Cristina Kirchner, durante a sua passagem por Buenos Aires. A informação foi confirmada pelo jornal Clarín. 

O pedido foi feito pela própria ex-presidente Argentina, que está em prisão domiciliar. O Palácio do Planalto ainda não confirmou quando poderá ocorrer o encontro.

O presidente Lula chega nesta quarta à Argentina, por volta de 19h, para participar na quinta-feira, 3 de junho, da 66ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, quando receberá do presidente argentino, Javier Milei, a presidência temporária do bloco, com duração de seis meses.

A sua possível visita à ex-presidente gerou ruídos com Milei. No dia 11 de junho, o petista manifestou apoio a Cristina, condenada a seis anos de prisão. 

Na rede social X, Lula disse que telefonou à ex-presidente e disse que notou que ela lida de "maneira serena e determinada" com o que ele chamou de "situação adversa".

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A ex-presidente da Argentina foi condenada por contratos superfaturados em obras públicas e fraudes em licitações na província de Santa Cruz durante sua presidência. Além da prisão, ela também teve os direitos políticos cassados. Cristina diz ser inocente e vítima de perseguição judicial.

Defesa petistas

Parlamentares petistas compareceram ao protesto contra a prisão da ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, no dia 18 de junho, em Buenos Aires.

"Estamos marchando com quase 1 milhão de argentinos para denunciar o lawfare que vive e que aprisiona de uma maneira arbitrária Cristina Kirchner, que foi condenada, além de seis anos (de prisão domiciliar), a perder de maneira perpétua seus direitos políticos", afirmou Laura Sito em um vídeo publicado nas suas redes sociais. A política ainda pediu a liberdade de Kirchner.

O deputado Paulo Pimenta, por sua vez, escreveu que iria "representar o PT neste importante ato contra mais uma injustiça do judiciário". O ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social de Lula foi o enviado oficial da sigla para prestar apoio à ex-presidente.

Do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo

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