Jimmy Kimmel. Foto: Reprodução/Instagram.
O programa “Jimmy Kimmel Live!”, exibido há mais de 20 anos pela rede americana ABC, foi suspenso por tempo indeterminado nesta quarta-feira, 17 de setembro. A decisão ocorreu depois que o apresentador fez comentários polêmicos sobre o caso do ativista conservador Charlie Kirk, morto a tiros durante um evento em Utah na última semana.
Em um monólogo transmitido na segunda-feira, 15 de setembro, Kimmel sugeriu que o acusado pelo crime, Tyler Robinson, teria ligação com apoiadores do movimento Make America Great Again (MAGA), liderado pelo ex-presidente Donald Trump.
“As pessoas do MAGA estão desesperadas para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse o comediante, segundo veículos de imprensa americanos.
A fala repercutiu imediatamente no cenário político dos Estados Unidos. Andrew Alford, presidente da divisão de transmissão da Nexstar, responsável por distribuir o programa nas afiliadas da ABC, classificou as declarações como “ofensivas e insensíveis em um momento crítico do debate nacional”.
Ainda nesta quarta-feira, o presidente da Comissão Federal de Comunicações (FCC), Brendan Carr, pediu que as emissoras locais interrompessem a exibição do programa e ameaçou adotar “medidas” contra a ABC e a Disney. O próprio Donald Trump reagiu em uma rede social, comemorando a suspensão do talk-show e afirmando que o apresentador “não tem talento nenhum”.
Jimmy Kimmel é um dos nomes mais conhecidos da televisão americana. O humorista já apresentou quatro edições do Oscar e se consolidou como uma das vozes mais influentes da comédia nos EUA.
Seu programa, “Jimmy Kimmel Live!”, mistura humor político, entrevistas com celebridades e comentários sobre acontecimentos semanais. Recentemente, recebeu artistas internacionais como Fernanda Torres, que participou da atração em janeiro para promover o filme Ainda Estou Aqui.
O episódio que motivou a suspensão do programa aconteceu no dia 10 de setembro, quando Charlie Kirk, fundador do grupo estudantil conservador Turning Point USA, foi baleado durante uma palestra na Universidade Utah Valley.
Ele falava em um evento ao ar livre, parte de uma turnê por 15 universidades, quando foi atingido por um disparo. Imagens gravadas no local mostram o momento em que Kirk cai da cadeira após o barulho de tiro, provocando correria entre os presentes. O ativista chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas morreu após passar por cirurgia.
O suspeito, Tyler Robinson, foi preso no dia 12 de setembro e indiciado por homicídio qualificado. A promotoria de Utah anunciou que pretende pedir a pena de morte para ele.
Em audiência virtual realizada na terça-feira (16), Robinson apenas confirmou seu nome e permaneceu em silêncio. Um documento divulgado pelas autoridades revelou que ele trocou mensagens com a namorada logo após o crime, admitindo a autoria do disparo. De acordo com os investigadores, Robinson teria deixado um bilhete afirmando: “Tenho a oportunidade de eliminar Charlie Kirk e vou aproveitá-la.”
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