Janja usa kufiya. Foto: Claudio Kbene
Durante o 17º Encontro Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado no domingo, 3 de agosto, em Brasília, a primeira-dama Janja Lula da Silva chamou atenção ao utilizar um kufiya tradicional lenço árabe que se tornou símbolo da resistência palestina.
O gesto foi interpretado como uma manifestação de apoio à causa palestina e um protesto contra o conflito em Gaza.
Em suas redes sociais, Janja afirmou estar no evento “defendendo a soberania do Brasil e o fim do genocídio em Gaza”. A declaração foi acompanhada por uma foto na qual ela aparece com o lenço estampado em preto e branco, tradicionalmente associado à luta do povo palestino.
A reunião contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, do senador Humberto Costa (PT-PE) e de outras lideranças petistas. Também foi possível ver participantes carregando bandeiras da Palestina, em um claro posicionamento político sobre o conflito no Oriente Médio.
O kufiya, também conhecido como keffiyeh, é uma peça histórica utilizada por árabes há séculos, mas que passou a ganhar conotação política no século XX, especialmente após ser popularizado por Yasser Arafat, líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).
Ao adotar o símbolo, Janja reforçou a postura crítica do governo brasileiro à ofensiva israelense na Faixa de Gaza, em consonância com declarações anteriores do presidente Lula sobre o conflito. O gesto, no entanto, também provocou reações nas redes sociais, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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