Durante a gravação, o Alex menciona ainda empresários, associando o magistrado a interesses econômicos e citando familiares como um suposto ponto de vulnerabilidade.
Influenciador digital Alex Oliveira e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. (Fotos: Reprodução/ Redes Sociais e Rosinei Coutinho/STF)
O influenciador digital Alex Oliveira publicou, no dia 28 de dezembro, um vídeo nas redes sociais em que faz declarações consideradas ameaçadoras contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A gravação foi divulgada no Instagram, plataforma na qual o influenciador reúne cerca de três milhões de seguidores.
Durante a gravação, o Alex menciona ainda empresários, associando o ministro a interesses econômicos e citando familiares como um suposto ponto de vulnerabilidade.
“Ninguém vai tirar o Moraes do poder se continuarem jogando dentro das quatro linhas. Esse cara manipulou o jogo para ver o presidente Bolsonaro preso. Ele manipulou o jogo quando o Daniel Vorcaro foi preso. Ele manipulou o jogo quando a esposa dele foi pega num contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master. E se vocês continuarem jogando dentro das quatro linhas, nada vai acontecer”, disse o influenciador.
No vídeo, o influenciador sugere que a população “jogue fora das quatro linhas” como forma de tentar derrubar o magistrado. Em um trecho da fala, ele afirma que Moraes poderia ser atingido por meio de sua filha, Giuliana Barci de Moraes, com o objetivo de deixá-lo “fora de controle”.
“Cabeça de Ovo tem o apoio dos Moreira Salles, a família que vende nióbio para os Estados Unidos da América. A família que, nesta semana, o Brasil todo tentou cancelar, mas conseguiu somente cancelar a Havaianas. Para derrubar o Moraes tem que ir pela filha dele, Juliana. Juliana Barsi de Moraes, a sócia da mãe. O calcanhar de Aquiles. O que deixaria um pai mais fora de controle do que ver a própria filha cair. Dois pesos, duas medidas”, disse Alex.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que não identificou a existência de provas concretas para apurar as suspeitas de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a fiscalização no Banco Master.
Para Gonet, apesar das reportagens publicadas sobre o tema, não há "elementos concretos ou indícios materiais" sobre o fato.
As conversas de Moraes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a respeito do Banco Master foram reveladas pelo jornal O Globo e confirmadas pelo Estadão. Em apenas um dia, Moraes teria ligado seis vezes para Galípolo para tratar do tema.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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