Humberto Costa. Foto: Roberto Stuckert Filho
Enquanto as investigações sobre o Banco Master avançam no Supremo Tribunal Federal (STF), com ações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, o senador Humberto Costa (PT) aguarda uma definição do Senado sobre a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), específica cujo requerimento ele assinou desde fevereiro passado.
O parlamentar subscreveu a proposta protocolada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), há quase dois meses, quando o caso ficou conhecido como o maior crime contra o sistema financeiro nacional.
O requerimento assinado por Humberto propõe "apurar possíveis crimes financeiros, gestão fraudulenta, manipulação de ativos, emissão de títulos sem lastro, uso de empresas de fachada e violação da legislação bancária, envolvendo o Banco Master S/A, suas subsidiárias, controladores, administradores e empresas coligadas".
Enquanto não chega uma decisão específica da presidência do Senado sobre a instalação da comissão, Humberto Costa atua no Grupo de Trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), colegiado permanente da Casa do qual ele é membro, criado para acompanhar o caso.
Simultaneamente, o senador também atua como titular da CPI do Crime Organizado e da CPMI do INSS, onde também tem direcionado esforços para investigar os vínculos da instituição financeira até mesmo com facções criminosas, especialmente o PCC.
"O que está em jogo não é apenas uma suspeita de irregularidade bancária. É um possível esquema que envolve lavagem de dinheiro, crime organizado e até ex-diretores do Banco Central, colocados na instituição pelo governo Bolsonaro, atuando como consultores informais. É um escândalo de grandes proporções, que já está em apuração pela PF, em um processo que corre no Supremo, e que temos buscado contribuir a partir do nosso trabalho no Senado", completa Humberto.
O senador pernambucano tem apresentado requerimentos de convocação e de quebra de sigilos nos colegiados dos quais participa, tentando acelerar o desenrolar das investigações e elucidar fatos ainda não explicados.
"O que nos interessa é investigar e chegar aos responsáveis. Não podemos retroceder nesse trabalho", esclarece.
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Segundo o padre, responsável pela paróquia, o homem teve acesso a diferentes espaços da igreja, mas não levou equipamentos de som ou informática.
A aprovação acontece após os projetos elaborados pelo Poder Executivo serem aprovados por unanimidade na Câmara de Vereadores.
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