Senador Humberto Costa. Foto: Portal de Prefeitura
Nesta sexta-feira, 7 de março, após uma reunião executiva nacional da sigla, o Partido dos Trabalhadores (PT) confirmou a escolha do senador pernambucano Humberto Costa para assumir a presidência do partido.
Com isso, o pernambucano vai ficar com a função pelo período de quatro meses, em um mandato tampão. O governo convidou a deputada federal Gleisi Hoffmann para assumir a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, o que levou a essa decisão. Gleisi vai substituir o atual ministro da SRI, Alexandre Padilha, que foi recém indicado para o Ministério da Saúde. Gleisi Hoffmann, vai ser empossada como ministra da na próxima segunda-feira, dia 10 de março.
A corrente principal do partido, Construindo um Novo Brasil (CNB), na noite de quinta-feira, 6 de março, declarou apoio a Humberto Costa para a presidência da sigla.
O partido cotava o deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara, para o cargo, mas ele acabou ficando de fora da disputa.
Dentro do PT, alguns defendem que o presidente interino concorra na convenção de julho contra Edinho Silva. Edinho é ex-prefeito de Araraquara e nome apoiado por Lula para comandar o partido.
O senador Humberto Costa, 67 anos, tem uma trajetória política que inclui os cargos de vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele também foi secretário das Cidades no governo de Eduardo Campos em Pernambuco e ministro da Saúde no primeiro governo Lula.
No ano de 2024, atuou como coordenador eleitoral do grupo de trabalho do PT para as eleições municipais. Ele também exerceu esta função em 2022, durante as eleições nacionais.
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Aos 70 anos, Jorginho liderou todas as pesquisas Quaest e aparecia como favorito à reeleição.
Na segunda colocação aparecia Efraim Filho (PL), com 24,44%. A vantagem de Lucas Ribeiro garantiu matematicamente a vitória antes da conclusão da contabilização das urnas.
O político ganhou destaque na cena estadual ao longo de sua trajetória e disputou o comando do Executivo mineiro com a proposta de assumir a administração do estado pelos próximos quatro anos.
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