Homem que brigou com o deputado do PT Renato Freitas já foi preso e se "orgulha" de brigas na web Foto: reprodução
No início da semana, o deputado estadual Renato Freitas (PT) foi flagrado em uma briga de rua em Curitiba. Após a cena ganhar repercussão nas redes sociais, veio à tona o perfil do outro homem envolvido na confusão: Weslley de Souza Silva, de 23 anos.
De acordo com a revista Fórum, Weslley possui um histórico violento e foi detido em novembro de 2023, no Paraná, por comercializar essências de narguilé fora da data de validade. Além dos produtos vencidos, a polícia apreendeu um simulacro, que, segundo ele, era utilizado para intimidação.
Em seu perfil nas redes sociais, identificado como @o_boss_weslley, o jovem também demonstra orgulho de episódios de agressão, afirmando ter “batido em dois caras ao mesmo tempo”.
Nas imagens da briga, é possível ver tanto o parlamentar quanto o outro homem sangrando. Em determinado momento, Renato Freitas aparece aplicando um golpe semelhante a um mata-leão em seu oponente.
Após a confusão, o parlamentar contou que foi vítima de racismo durante o episódio registrado. Em nota, a assessoria afirmou que foi abordado por Weslley, que iniciou uma série de ataques, sem motivo aparente. O texto também informou que Renato Freitas reagiu às agressões depois de ser atingido com um soco no nariz.
O deputado relatou o caso em um vídeo divulgado nas redes sociais. Na gravação, ele declarou que “o cara jogou o carro em cima dele e de uma amiga, enquanto atravessavam a rua.
Segundo Freitas, o motorista teria abaixado o vidro do carro e iniciado os xingamentos.
Ainda de acordo com o parlamentar, o homem deu início às agressões físicas. “Tentou me dar um soco, e daí a briga começou, eu dei uns chutes nele, ele me deu um soco, esse que quebrou o meu nariz, eu caí, levantei, fui até ele e continuei brigando até imobilizar”, disse.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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