Evangélico agredido em vigília para Bolsonaro Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O evangélico Ismael Lopes, integrante da Frente Evangélica pelo Estado de Direito, movimento do qual também faz parte a primeira-dama Janja da Silva, foi agredido durante um ato em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, realizado no sábado (22.nov.2025) em Brasília. O caso ocorreu no decorrer de uma vigília organizada por apoiadores do ex-presidente na região central da capital federal.
De acordo com Ismael, a agressão aconteceu no momento em que ele tentou fazer uma breve manifestação verbal no local. Ele relatou que pretendia se posicionar sobre o uso da fé cristã em debates políticos e iniciar uma fala baseada em referências bíblicas. Poucos instantes após começar a se pronunciar, foi interrompido e cercado por manifestantes que não concordaram com sua presença no ato.
Testemunhas afirmam que Ismael foi alvo de empurrões e xingamentos antes de ser retirado do local com ajuda de pessoas que acompanharam a confusão. Não há registro oficial confirmado sobre eventual atendimento médico, nem informações sobre abertura de boletim de ocorrência até o momento. Também não foram identificados os autores das agressões.
A Frente Evangélica pelo Estado de Direito é um movimento formado por lideranças religiosas de diferentes denominações que atua em defesa do Estado democrático de direito e no enfrentamento a violações de garantias constitucionais. O grupo também participa de ações de monitoramento social e iniciativas de comunicação direcionadas a públicos evangélicos. A presença da primeira-dama Janja da Silva no movimento contribuiu para ampliar a visibilidade do grupo em debates públicos.
Após o episódio, integrantes da Frente Evangélica divulgaram posicionamentos expressando preocupação com o ocorrido e pedindo que o caso seja investigado pelas autoridades competentes. O movimento afirmou que acompanhará as providências tomadas e que mantém diálogo com entidades de direitos civis sobre o episódio.
A vigília pró-Bolsonaro reuniu apoiadores do ex-presidente e ocorreu em meio a mobilizações nacionais convocadas por grupos alinhados a Bolsonaro. O ato contou com orações, discursos e manifestações críticas ao governo federal. A chegada de Ismael ao local, segundo pessoas que estavam na área, gerou reações imediatas, culminando no conflito registrado.
O caso envolvendo Ismael Lopes amplia o debate sobre segurança em manifestações políticas, sobretudo em eventos marcados pela presença de grupos com posicionamentos divergentes. Organizações civis e movimentos religiosos acompanharão os desdobramentos do episódio.
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