Lula e Haddad. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira, 29 de setembro, que não tomou uma decisão sobre o seu futuro político, mas assegurou que não pensa hoje em disputar as eleições do ano que vem, demonstrando satisfação em ocupar o cargo atual.
"Ao contrário do que dizem, que eu ocupo o pior emprego do mundo, eu acho que é um dos melhores. É um negócio incrível ... É bom ser ministro da Fazenda. É um lugar bom para trabalhar, para fazer muita coisa para ajudar o País", disse Haddad durante o Macro Vision, evento do Itaú BBA.
"Não sei responder o que eu vou fazer. Neste momento, eu não tenho intenção de ser candidato no ano que vem", acrescentou Haddad ao responder a uma questão sobre o seu futuro político.
Mais tarde, em entrevista rápida a jornalistas na saída do evento, Haddad repetiu que não decidiu qual será o seu próximo passo.
"Eu estou vendo como é que nós vamos caminhar, conversar com as pessoas", afirmou o ministro.
Ao ser questionado se seguirá no cargo de ministro da Fazenda caso o presidente Luiz Inácio da Lula (PT) peça, Haddad respondeu que este é um assunto ainda a ser discutido com o chefe do Executivo
"Eu vou conversar com o presidente Lula sobre isso. Ele é o candidato, ele que vai compor o seu gabinete. Vamos aguardar", afirmou.
Estadão Conteúdo
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse no sábado, 27, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será candidato à reeleição em 2026.
O ministro é citado como possível candidato se Lula não concorrer, assim como ocorreu em 2018.
"Ele (Lula) é candidato a presidente, sim", afirmou Haddad durante entrevista ao Podcast 3 Irmãos.
Um dos apresentadores citou que sua tia gostaria de votar em Haddad para presidente em 2030.
"Manda um abraço pra sua tia", respondeu o ministro.
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Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O presidente destacou que o aluno que quiser se preparar militarmente deve estudar a mesma coisa que todos os brasileiros estudam.
A declaração foi feita após o o relatório final da comissão pedir o indiciamento de ministros do STF e do PGR Paulo Gonet.
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