Governadora Raquel Lyra entregando habitacional. Foto: Divulgação
O Governo de Pernambuco abriu licitação para reformar dez mil unidades habitacionais que estão em situação precária no estado. Segundo publicado pelo Blog do Jamildo, a licitação será conduzida pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (CEHAB).
Ainda conforme publicação do blog, os contratos serão divididos em sete lotes, de acordo com as regiões de Pernambuco. A abertura das propostas das empresas interessadas já está marcada para o dia 9 de junho.
Ainda não há data para lançamento do programa e o início das obras.
O Governo de Pernambuco vai investir cerca de R$ 110 milhões em obras de requalificação e ampliação de três dos principais hospitais públicos do Estado: o Otávio de Freitas, o Barão de Lucena e o Agamenon Magalhães, todos localizados no Recife.
As intervenções vão fortalecer a rede pública de saúde, ampliando a capacidade de atendimento e oferecendo maior qualidade no serviço, além de mais dignidade aos pacientes e aos profissionais de saúde.
“Os hospitais da rede estadual passaram muitos anos sem receber os investimentos necessários para que os pernambucanos e pernambucanas pudessem ser cuidados com excelência. Mas isso agora mudou. Com o aporte que está sendo feito neste momento poderemos, em um futuro próximo, proporcionar um atendimento de qualidade aos pacientes e um ambiente de trabalho muito mais agradável para os funcionários e servidores destas três unidades. É desse jeito que mudamos a vida do nosso povo”, declarou a governadora Raquel Lyra.
As obras serão executadas pela Companhia Estadual de Obras e Habitação (Cehab).
"São unidades de saúde importantíssimas que serão modernizadas para atender de forma mais adequada e digna os pernambucanos. A companhia, com sua expertise, executará os serviços com tempestividade e a qualidade que as obras necessitam”, afirmou Paulo Lira, diretor-presidente da CEHAB.
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Gratificações individuais variam de R$ 149,68 a R$ 10.222,32; profissionais podem contestar os valores nos dias 3 e 4 de novembro.
A decisão judicial prevê ainda o bloqueio de até R$ 324,2 mil em ativos financeiros de quatro integrantes da família.
As ocorrência relatadas vão desde agressões verbais e ameaças até episódios de violência física.
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