Trump e Lula. Fotos: Reprodução/Redes Sociais e Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O governo brasileiro vê com preocupação a movimentação da marinha dos Estados Unidos na costa da Venezuela. A informação foi publicada pelo jornal O Globo.
Ultimamente, o governo norte-americano tem intensificado os ataques verbais contra Nicolás Maduro, a quem classifica como “chefe de cartel”. Washington chegou a oferecer uma recompensa de US$ 50 milhões pela captura do líder venezuelano.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou recentemente que o presidente Donald Trump está disposto a usar “toda a força” contra o regime de Maduro.
De acordo com O Globo, todos os sinais sugerem uma ação militar americana iminente, embora ainda não esteja claro qual será sua natureza.
Entre as possibilidades estão o bloqueio de rotas marítimas usadas pelo tráfico ou operações cirúrgicas contra a cúpula do governo venezuelano.
O cenário mais grave seria uma eventual invasão, que poderia gerar instabilidade e risco de a violência ultrapassar a fronteira com o Brasil.
O jornalista argentino Alfredo Leuco afirmou, durante seu programa El Editorial, que o presidente dos EUA, Donald Trump, teria recebido uma “licença para matar Maduro” — numa referência à autorização da inteligência norte-americana para eliminar Nicolás Maduro. Ele declarou:
“Sí, así como lo escuchan: Trump tiene licencia para matar a Maduro. Ya lo puso en la mira. Esto surge de un informe clasificado de inteligencia…”.
Leuco foi além e colocou o líder venezuelano no mesmo nível de os “inimigos históricos” do Ocidente, como Osama bin Laden e Pablo Escobar, alegando que um documento sigiloso identifica Maduro como peça central em redes de narcotráfico e com vínculos com grupos terroristas — o que justificaria uma licença para matar Maduro.
Até o momento, não há confirmação oficial dos EUA sobre tal autorização. O que se sabe, através de fontes confiáveis como o Financial Times, é que o Departamento de Justiça elevou a recompensa por informações que levem à prisão de Maduro para US$ 50 milhões — a maior já oferecida pela inteligência americana na história recente.
Esse valor reforça o caráter simbólico e urgente da ofensiva contra ele, mas não representa uma licença para matar Maduro conforme alegado por Leuco.
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