Nicolás Maduro Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira, 8 de agosto, que aumentou para até US$ 50 milhões a recompensa oferecida por informações que levem à prisão e/ou condenação do venezuelano Nicolás Maduro por violação das leis americanas de narcóticos.
A elevação do valor foi divulgada em comunicado conjunto dos Departamentos de Estado e de Justiça (DoJ, na sigla em inglês) e faz parte do Programa de Recompensas por Narcotráfico (NRP, na sigla em inglês).
"Por mais de uma década, Maduro tem sido um dos líderes do Cartel de los Soles", afirma o comunicado.
O grupo é acusado de traficar drogas para os Estados Unidos e, no mês passado, foi designado pelo Departamento do Tesouro como uma "Organização Terrorista Global Especialmente Designada" (SDGT, na sigla em inglês).
Desde 2020, os EUA afirmam que Maduro "estrangulou a democracia e se agarrou ao poder na Venezuela".
O texto também rejeita a legitimidade da eleição presidencial venezuelana de julho de 2024, vencida por Maduro segundo as autoridades locais.
"Maduro alegou ter vencido, mas não apresentou nenhuma evidência de que de fato tenha obtido a vitória", diz o texto.
Washington afirma que "não reconhece Maduro como vencedor da eleição de 2024 e não o reconhece como presidente da Venezuela".
A recompensa por Maduro já havia sido aumentada anteriormente. Inicialmente fixada em até US$ 15 milhões em 2020, ela subiu para US$ 25 milhões em janeiro deste ano. Agora, chega a US$ 50 milhões com a nova atualização.
Estadão Conteúdo
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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