Donald Trump, líder da Casa Branca, e Lula. Fotos: Casa Branca/Flickr e Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil.
O governo brasileiro monitora com apreensão a mobilização de forças navais e aéreas determinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Mar do Caribe Meridional.
Segundo fontes ouvidas pela agência Reuters, a operação foi justificada por Washington como uma ação contra cartéis latino-americanos envolvidos com o narcotráfico.
Enquanto o governo mexicano, liderado por Claudia Sheinbaum, afirmou que a medida ocorre em águas internacionais e não configura intervenção, em Brasília a avaliação é mais preocupante.
Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ouvidos pelo jornal O Globo, manifestaram temor de que o envio de tropas estrangeiras à região represente riscos à soberania, especialmente diante da possibilidade de incursões em território brasileiro.
O alvo central da ofensiva norte-americana é o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que recentemente teve a recompensa por sua captura aumentada em US$ 50 milhões pelo governo Trump, sob acusação de vínculos com o narcotráfico. Em resposta, Maduro fez um alerta: “não nos ataquem, pois a resposta pode ser o fim do império americano”.
O contingente enviado pelos EUA inclui o Grupo Anfíbio de Prontidão Iwo Jima e a 22ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, sob comando do Southcom, além de submarino nuclear de ataque, aeronaves P-8 Poseidon, contratorpedeiros e um cruzador de mísseis guiados.
De acordo com fontes americanas ouvidas pela CNN, a movimentação é uma demonstração de força, mas mantém flexibilidade para futuras operações contra cartéis classificados pela administração Trump como “narcoterroristas”. Essa designação, prioridade do governo republicano, permite ampliar o uso de recursos militares e de inteligência com menos restrições legais.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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