Lula e Janja. Foto: Ricardo Stuckert/PR.
O governo federal, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, registrou gastos de mais de R$ 1,4 bilhão no cartão corporativo até 2025. Somente no ano passado, as despesas atingiram R$ 423 milhões, ficando abaixo dos R$ 584 milhões registrados em 2024, mas ainda representando uma quantia significativa do orçamento público destinado a pagamentos administrativos e operacionais.
O cartão corporativo é utilizado pela Presidência e por órgãos do governo para despesas diversas, como serviços administrativos, pagamentos a fornecedores e pequenas compras. Entre os principais gastos do período estão empresas de materiais de construção, serviços de pagamento e plataformas de entrega de refeições, incluindo o iFood. Somente a Presidência da República foi responsável por R$ 55 milhões desses gastos em 2025, mostrando a concentração de despesas no Executivo federal.
Ao longo dos três primeiros anos do mandato, os gastos com o cartão corporativo foram distribuídos da seguinte forma: em 2023, R$ 430 milhões; em 2024, R$ 584 milhões; e em 2025, R$ 423 milhões. Apesar da redução em relação a 2024, o valor continua elevado e evidencia a importância do cartão para pagamentos do dia a dia da administração pública, mas também desperta discussões sobre transparência e fiscalização.
O uso do cartão corporativo é regulamentado e destinado a cobrir despesas de caráter institucional, incluindo compras emergenciais ou administrativas que exigem rapidez no pagamento. No entanto, a falta de detalhamento público sobre a maioria das transações levanta questionamentos sobre a responsabilidade no uso de recursos públicos.
Grande parte dos gastos permanece classificada como sigilosa, o que impede a divulgação detalhada de itens e valores exatos. Especialistas em administração pública alertam que o sigilo deve ser equilibrado com mecanismos de controle, para garantir que os recursos sejam utilizados de maneira eficiente e transparente. A discussão sobre a necessidade de prestação de contas detalhada é recorrente em análises de órgãos de controle e parlamentares.
Os dados sobre o uso do cartão corporativo mostram como o governo federal distribui os recursos para operações administrativas e estratégicas. Apesar de algumas críticas, o cartão facilita pagamentos urgentes, evita atrasos em serviços essenciais e contribui para a continuidade da gestão do Executivo. Especialistas destacam, porém, que o acompanhamento e a auditoria rigorosa são fundamentais para evitar desperdício e garantir que os gastos atendam ao interesse público.
Com o total de R$ 1,4 bilhão gasto até 2025, o cartão corporativo permanece como ferramenta relevante, mas também como objeto de debate sobre controle, eficiência e transparência na administração federal
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O levantamento considera uma simulação de rejeição múltipla, na qual os entrevistados podem indicar mais de um candidato em quem não votariam de jeito nenhum.
Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo.
Outros 9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% não souberam ou não responderam.
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