Megaoperação e Lula. Foto: Divulgação / Agência Brasil e Reprodução/Canal Gov
Nos dias que sucederam a megaoperação policial realizada na terça-feira, 28 de outubro, nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos, o governo federal passou a investir fortemente em campanhas digitais sobre segurança pública.
De acordo com um levantamento da CNN Brasil, realizado até este sábado, 1º de outubro, o valor destinado a impulsionamentos no Facebook e Instagram varia entre R$ 457 mil e R$ 545 mil. Os dados foram obtidos na Meta Ad Library, ferramenta que permite acompanhar a transparência de anúncios pagos nas plataformas da Meta.
As publicações patrocinadas, segundo a CNN, tratam de temas relacionados à estratégia do governo na área da segurança. Um dos conteúdos discute a letalidade das operações no Rio, defendendo que ações em territórios dominados pelo crime precisam ocorrer em conjunto com inteligência e articulação institucional.
Outra publicação apresenta os principais pontos da PEC da Segurança, proposta que amplia as competências da União e fortalece a integração entre os órgãos de segurança. Um terceiro anúncio explica o Projeto de Lei Antifacção, que endurece penas e cria regras para o isolamento de lideranças criminosas.
Além disso, houve uma postagem destacando que 30% das operações da Polícia Federal em 2025 tiveram como alvo crimes de abuso sexual infantil, em referência às ações federais mais recentes no combate a esse tipo de crime.
Ao todo, quatro publicações foram impulsionadas com verba pública desde a última terça-feira, 28 de outubro. O objetivo, de acordo com o levantamento, é ampliar o alcance das mensagens do governo nas redes sociais em meio à repercussão da operação no Rio, considerada a mais letal da história do estado.
A CNN afirmou ter procurado a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para comentar os gastos e os critérios da ação publicitária. Até a publicação da reportagem, o órgão não havia respondido.
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