Lula e presidente da Cuba. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O governo Lula avalia o envio de ajuda humanitária para Cuba, que enfrenta uma grave crise de abastecimento, marcada por falta de alimentos, combustível e medicamentos, além de apagões constantes. A possibilidade de uma cooperação foi mencionada em Nova Iorque durante uma conversa entre o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o chanceler cubano, Bruno Rodriguez, segundo informações da Folha de S.Paulo.
Ambos participaram de reuniões na ONU, onde discutiram a situação da ilha e o papel das sanções internacionais no agravamento das dificuldades enfrentadas pela população cubana.
O Brasil tem buscado avaliar formas de auxílio humanitário à ilha, mas com atenção à necessidade de contornar o embargo imposto pelos Estados Unidos, uma medida que há décadas restringe as operações financeiras e comerciais de Cuba com o restante do mundo.
Em seu discurso na ONU, o ministro brasileiro destacou que considera as sanções norte-americanas prejudiciais ao povo cubano e responsáveis, em parte, pela piora da situação humanitária do país, especialmente em momentos de crise, como a atual.
Mauro Vieira criticou o embargo e mencionou, inclusive, o impacto das restrições impostas após o recente furacão, ressaltando que a posição brasileira é de que essas sanções exacerbam as dificuldades para uma resposta efetiva à crise.
"É evidente que as severas sanções impostas injustificadamente a Cuba, tanto pelo embargo quanto por sua inclusão na lista de Estados patrocinadores do terrorismo, contribuíram ainda mais para agravar essa situação", declarou.
A intenção do governo brasileiro é de que a ajuda inclua alimentos, remédios e combustível, com o objetivo de atender às necessidades básicas da população cubana. Para isso, ao retornar ao Brasil, o ministro deverá se reunir com outros representantes do governo Lula, a fim de estabelecer as diretrizes e os trâmites necessários para o envio dos itens, sem que isso represente qualquer violação das normas internacionais.
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Ao todo, cerca de 35,2 milhões de pessoas terão acesso ao pagamento antecipado, que deve movimentar aproximadamente R$ 78,2 bilhões na economia.
O deputado destacou os investimentos em unidades de referência como o IMIP, o Hospital de Câncer de Pernambuco e o Hospital das Clínicas feito pelo colega.
De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.
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