Lula no Nordeste. Foto: Ricardo Stuckert/PR
Uma nova rodada da pesquisa Pulso Brasil, divulgada nesta quarta-feira, 21 de maio, pelo Instituto Ipespe, revela que a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de aprovação no Nordeste. Em contrapartida, 45% desprovam a gestão petista.
Esse resultado contrasta com o desempenho do governo nas outras quatro regiões do país, onde a reprovação domina o cenário.
No Sudeste, apenas 40% dos entrevistados aprovam o governo Lula, contra 55% que rejeitam. Já no Centro-Oeste, 38% de aprovação e 56% de reprovação.
O cenário se repete no Norte, onde 36% aprovam o governo e 55% desaprovam. A região Sul registra o pior desempenho do governo Lula, com apenas 35% de aprovação frente a 59% de desaprovação.
O levantamento aponta que 54% dos entrevistados reprovam a atual gestão petista, enquanto 40% demonstram aprovação. Outros 6% não souberam ou preferiram não responder.
O cenário praticamente não mudou em relação à última pesquisa, realizada em março deste ano. Naquela ocasião, 54% também expressaram desaprovação, contra 41% de aprovação. O número de indecisos ou que optaram por não se posicionar era de 5%.
Apesar da resistência entre parte do eleitorado, a percepção sobre o futuro do governo Lula ainda divide opiniões. De acordo com os dados do Ipespe, 44% dos entrevistados acreditam que a administração federal deve piorar nos próximos meses. Outros 39% demonstram otimismo e esperam uma melhora na gestão. Já 16% avaliam que o governo deve continuar do mesmo jeito.
O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre os dias 14 e 19 de maio, em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança da pesquisa é de 95%.
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Também foi determinado que a empresa custeie integralmente os tratamentos psicológicos e psiquiátricos da mulher até sua alta definitiva.
Em comum, os expositores disseram que os acordos com empresas de apostas foram celebrados tendo como base as regras em vigor à época.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
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