O reajuste tem o objetivo de manter o poder de compra dos brasileiros que recebem o vencimento básico nas variações econômicas do país.
05 de maio de 2024 às 12:39
Dinheiro. Dinheiro.
O Governo Federal definiu, para 2025, que o salário mínimo vai aumentar para R$ 1.502, uma mudança que afetará positivamente para população.
Este aumento, que representa um acréscimo nominal de 6,39%, foi calculado de acordo com Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior.
O reajuste tem o objetivo de manter o poder de compra dos brasileiros que recebem salário mínimo nas variações econômicas do país.
O aumento do salário mínimo afeta diretamente os idoso, principalmente aqueles que têm mais de 65 anos e recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Isso acontece pelo fato de que o subsídio está atrelado ao salário mínimo. Com isso, os idosos deste grupo terão um aumento em seus benefícios.
Vale lembrar que o aumento salarial também atinge benefícios sociais e trabalhistas que são calculados com base neste valor, como aposentadorias, abonos salariais e seguro-desemprego.
Atualmente, o salário mínimo no Brasil é de R$ 1412. O aumento acontece quando o novo valor proposto ultrapassa o INPC ou de outro índice de inflação.
O governador Tarcísio de Freitas enviou a proposta à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) no dia 30 de abril, o projeto de lei que define o salário mínimo paulista para 2024 em R$ 1.640, um reajuste acima da inflação pelo segundo ano seguido e aumento acumulado de até 27,7% em relação ao piso estadual de 2022.
O valor é 16,1% acima do salário mínimo do Governo Federal, estabelecido em R$ 1.412 desde o início deste ano.
O piso estadual de R$ 1.640 é 5,8% mais alto que o valor estabelecido desde junho de 2023, de R$ 1.550. O reajuste proposto pelo Governo de São Paulo para 2024 também representa um aumento real em relação à inflação oficial acumulada dos últimos 12 meses, que ficou em 3,93% segundo o IBGE.
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Entre os entrevistados, 2% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro e 1% não soube responder ou não respondeu. O presidente Lula aparece logo em seguida, com 49% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
O levantamento ainda mostra que 81% dos eleitores dizem ter certeza do seu voto no primeiro turno, enquanto 17% podem mudar. As maiores taxas de certeza são do eleitorado de Lula (91%) e Flávio (84%).
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