Ex-presidente Jair Bolsonaro sendo atendido em ambulância Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT-SP), utilizou a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) nesta sexta-feira, 11 de abril, para exaltar o programa, implantado em 2003, no primeiro mandato do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Todo mundo sabe: na hora da emergência, chama o SAMU 192! Atendimento de urgência para salvar vidas de norte a sul. Criado pelo presidente Lula, para todos os brasileiros, cada vez maior e mais rápido! Viva o SUS!", escreveu Padilha na publicação no X (antigo Twitter).
Bolsonaro passou mal durante uma viagem ao Rio Grande do Norte, onde participava de um ato político na cidade de Santa Cruz.
Ele sentiu dores decorrentes de sequelas da facada que sofreu em Juiz de Fora (MG) durante a candidatura à Presidência em 2018 e precisou ser atendido com urgência no local.
Em seguida, o ex-presidente foi caminhando até a ambulância, que o levou até o estádio da cidade, o Iberezão. De lá, um helicóptero levou Bolsonaro para o Hospital Rio Grande, de Natal
Ao Estadão, o médico Antônio Luiz Macedo, que atende o ex-presidente mas não está na capital potiguar, explicou que Bolsonaro passou por um procedimento no estômago que, por enquanto, é clínico.
A opção por uma cirurgia, no entanto, não está totalmente descartada, segundo o médico.
Macedo explicou que, como o quadro de Bolsonaro não é grave, os procedimentos aplicados pelo Hospital Rio Grande, em Natal, são suficientes.
O ex-presidente é tratado com antibióticos e está recebendo cuidados de hidratação, controle da pressão e remoção de líquido do estômago por meio de uma sonda. Antônio Macedo avalia que as dores sentidas por Jair Bolsonaro podem ter sido causadas por alimentos mal mastigados.
Estadão Conteúdo
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Além disso, a chefe do Executivo estadual entregou dois ônibus escolares, autorizou licitação para requalificação de mais de 20 ruas do município.
Entre os critérios que deverão ser considerados na definição da convivência estão as condições de moradia, o cuidado com o animal e a disponibilidade de tempo de cada tutor.
Relator Alexandre de Moraes votou a favor da categoria; decisão em repercussão geral impactará redes públicas de todo o país.
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