Lula e Campos Neto. Montagem: Portal de Prefeitura Lula e Campos Neto. Montagem: Portal de Prefeitura
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta sexta-feira, 21, que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, é seu "adversário político" e o associou ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em entrevista à Rádio Mirante News, do Maranhão, Lula voltou a fazer críticas à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de interromper as quedas na taxa de juros e manter a Selic no patamar de 10,50%, apesar de o governo insistir que é necessário que a instituição baixe o porcentual.
"O presidente do Banco Central é um adversário político, ideológico e adversário do modelo de governança que nós fazemos. Ele foi indicado pelo governo anterior e faz questão de dar demonstração de que não está preocupado com a nossa governança", declarou Lula.
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Ele relembrou que o mandato de Campos Neto se encerra em 2024 e que o governo poderá indicar um novo nome para o posto.
"Nós estamos chegando no momento de trocar o presidente do Banco Central", destacou. "Eu acho que as coisas vão voltar à normalidade, porque o Brasil é um País de muita confiabilidade "
O presidente também voltou a dizer que "os bancos não querem emprestar dinheiro" e que "querem especular e ganhar com a taxa de juros".
"O nervosismo especulativo que está acontecendo não vai mexer com a economia brasileira", acrescentou.
Lula já havia criticado a decisão do Banco Central em suas passagens por Piauí e Ceará, quando disse que a manutenção da Selic em 10,50% "foi uma pena" e que, com isso, "quem perde é o povo brasileiro".
Depois de sete quedas seguidas, o Copom do Banco Central interrompeu, em decisão unânime, o ciclo de cortes da taxa básica de juros, iniciado em agosto do ano passado, e manteve a Selic em 10,50% ao ano.
O resultado, divulgado na quarta-feira, 19, era amplamente esperado pelo mercado, em meio ao impasse do governo na condução da política fiscal e ao aumento das expectativas de inflação.
Mais do que o resultado, a grande expectativa dos agentes econômicos era sobre o placar da decisão, sobretudo após Lula ter retomado a ofensiva contra o Banco Central e o presidente da instituição, Roberto Campos Neto. A votação unânime agrada o mercado financeiro, depois da forte divisão da reunião de maio.
Estadão Conteúdo
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Além disso, a chefe do Executivo estadual entregou dois ônibus escolares, autorizou licitação para requalificação de mais de 20 ruas do município.
Entre os critérios que deverão ser considerados na definição da convivência estão as condições de moradia, o cuidado com o animal e a disponibilidade de tempo de cada tutor.
Relator Alexandre de Moraes votou a favor da categoria; decisão em repercussão geral impactará redes públicas de todo o país.
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