Lula anuncia Boulos em cargo no seu governo. Foto: Ricardo Stuckert/ PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou na noite desta segunda-feira, 20 de outubro, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) para o cargo de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
O psolista vai substituir Márcio Macedo na função.
"Convidei o deputado Guilherme Boulos para assumir o cargo de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Ele vai substituir o companheiro Márcio Macedo na função, a quem agradeço por todo o trabalho realizado para a ampliação e o fortalecimento da participação social em nosso governo. A nomeação de Boulos sai amanhã no Diário Oficial", escreveu o presidente nas redes sociais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta segunda-feira, 20 de outubro, a soberania da América Latina e destacou que é prioridade manter a região como “zona de paz”.
Ele recebeu, pela manhã, as credenciais de 28 novos embaixadores no Brasil e, em rápido discurso, criticou intervenções de países de fora da região.
“Somos um continente livre de armas de destruição em massa, sem conflitos étnicos ou religiosos. Intervenções estrangeiras podem causar danos maiores do que o que se pretende evitar”, disse aos diplomatas estrangeiros.
Para o presidente, a região passa por “um momento de crescente polarização e instabilidade”.
“Vocês serão tratados e terão atenção do Itamaraty como se fossem amigos nossos há muitos anos, porque o que nós queremos é mostrar ao mundo que nós precisamos fortalecer o multilateralismo e o multilateralismo é baseado na boa relação cordial, comercial, econômica e, sobretudo, uma relação pacífica, sem ódio, sem negacionismo e sem ferir o princípio básico da democracia e dos direitos humanos”, acrescentou.
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O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
A prisão teria sido motivada por questões migratórias. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a situação específica que levou à detenção do ex-parlamentar.
A medida deve ajudar a conter o endividamento no país, uma das preocupações da gestão do presidente Lula em ano eleitoral.
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