Sede da SDS. Foto: SDS/Divulgação
Cinco policiais militares foram expulsos da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) após a conclusão de processos administrativos disciplinares, segundo portarias publicadas pela Secretaria de Defesa Social (SDS-PE). Os casos envolvem desde violência doméstica e tentativa de feminicídio até embriaguez, ameaças com arma de fogo e abandono de função.
Entre os expulsos está o subtenente Antônio Moura Cavalcante Filho, acusado de participar de agressões físicas contra duas mulheres. De acordo com o documento da SDS, ele desferiu socos e chutes nas vítimas, mesmo após elas estarem feridas por golpes de arma branca e caídas ao chão, sem oferecer resistência. O militar foi indiciado por tentativa de homicídio e tentativa de feminicídio, e a denúncia foi aceita pela 1ª Vara Criminal de Camaragibe.
Outro caso de violência registrado na portaria é o do cabo Márcio Vandré Oliveira dos Santos, expulso por agredir física e verbalmente sua ex-companheira, em um contexto de violência doméstica e familiar. Além das agressões, ele também ameaçou a vítima de morte. A SDS destacou que o comportamento do militar “violou gravemente os preceitos éticos e disciplinares da corporação”, atingindo a honra pessoal e o decoro da classe.
O soldado Jaciel Israel de Lima também foi desligado da PM após um episódio ocorrido em abril de 2022, quando, embriagado, tentou que um garçom servisse bebida alcoólica a ele e a um menor de idade. Diante da recusa, reagiu de forma agressiva, ameaçando um cliente com uma arma de fogo e incitando o menor a apontar a arma para a vítima. Segundo a portaria, Jaciel desobedeceu ordens da guarnição, se recusou a entregar a arma e proferiu ameaças aos colegas de farda, alegando ter “familiares coronéis”.
O soldado Wenderson Marcelino Cardoso Ribeiro de Alencar foi punido por descumprir ordem médica que determinava repouso domiciliar por três dias. Um dia após receber o atestado, ele participou de um teste físico para um concurso público, conduta considerada incompatível com o quadro clínico apresentado.
Por fim, o soldado Aureliano Alves de Souza Neto foi excluído da corporação por abandono de posto. Após cumprir licença médica, ele não retornou às atividades e permaneceu desaparecido, sendo considerado desertor da PM.
As expulsões, segundo a SDS, seguem as normas disciplinares da Polícia Militar e visam preservar a integridade institucional e a confiança pública na corporação.
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Contratações são de caráter temporário e o período de atuação tem duração de 24 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.
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