Barricada instalada pelo crime. Foto: Reprodução
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), apresentou a Operação Barricada Zero nesta segunda-feira, 17 de novembro. A ação, que se trata de uma integração entre as forças de segurança, prefeituras da Região Metropolitana do RJ e secretarias, tem como objetivo remover os obstáculos instalados por criminosos e impedir o avanço do estado nas comunidades cariocas.
Cerca de 13.604 barreiras foram mapeadas pelo Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ) apenas no Grande Rio. A expectativa de início de remoção das barricadas é na próxima semana. Nesta primeira etapa, 12 cidades. Veja quais abaixo:
“Essa é uma ação integrada do governo. Estamos falando que temos todas as condições de vencer batalha, mas a guerra só será vencida com o apoio de todos. Ao invés de impor, empurrar para as prefeituras culpas e problemas, fizemos diferente. Chamamos à mesa e convidamos a ajudar nesse problema, que é de todos”, disse o governador.
“Nossa ideia é as prefeituras fazerem o monitoramento e que a gente possa saber imediatamente e que façamos operações da polícia. Essa retirada será planejada para darmos segurança para a população e para quem está ali trabalhando”, destacou Castro.
“Criaremos um sistema de gratificação para os batalhões que retirarem e não permitirem que essas barricadas sejam reinstaladas".
“Essa ação fazer parte das operações que dissemos. Onde a barricada voltar, a Core e o Bope entram para libertar a população dessas organizações narcoterroristas".
Alimentado por fontes como: Disque Denúncia, imagens de drones e helicópteros, relatos policiais e registros de ocorrência, o ISP desenvolveu o chamado Sistema de Identificação de Georreferenciada das barricadas.
As barreiras vão de lixeiras até "verdadeiras obras de engenharia" instaladas pelo crime.
50 "kits-demolição" compostos por ferramentas de alto desempenho para desobstruir áreas e restabelecer a mobilidade urbana foram adquiridos e anunciados pelo estado do Rio.
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