Gilson Machado e Alexandre de Moraes. Foto 1: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura; Foto 2: Wilson Dias/Agência Brasil
O ex-ministro do Turismo do governo Jair Bolsonaro, Gilson Machado Neto (PL), afirmou que uma de suas principais bandeiras como pré-candidato ao Senado será fazer com que a Casa cumpra seu papel constitucional e analise os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que estão parados.
Durante entrevista ao programa Fala Político, do Portal de Prefeitura, Gilson disse que não defende a cassação de ministros, mas quer que os processos recebam o devido andamento, em vez de permanecerem engavetados. Segundo ele, o Senado precisa retomar o protagonismo político e exercer suas atribuições de forma independente.
“Quero ser senador para fazer o que tem que ser feito. Quero um Senado que saiba o papel de Senado e não engavete impeachment de ministros do Supremo. Hoje, não estão nem analisando. Não estou dizendo para caçar ministro, mas está lá o papel, e eu estou sendo pago para isso como senador. Então, vamos analisar e fazer nosso papel”, afirmou o ex-ministro.
Gilson reforçou que sua intenção é garantir que o processo democrático funcione de forma transparente. Ele argumentou que o simples fato de um pedido de impeachment estar protocolado já exige avaliação, independentemente de quem seja o ministro.
“O ministro bonzinho não vai ser impeachmado, porque é bonzinho”, completou.
A fala de Gilson Machado se soma a uma pauta que tem ganhado espaço entre parlamentares e figuras ligadas à base do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O grupo defende maior fiscalização sobre decisões do Supremo e cobra mais equilíbrio entre os poderes. Gilson destacou que essa é uma das razões pelas quais pretende ocupar uma cadeira no Senado .
A entrevista completa com Gilson Machado está no canal do Portal de Prefeitura no YouTube. Trechos da conversa também serão divulgados ao longo da semana nas redes sociais do veículo.
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Gratificações individuais variam de R$ 149,68 a R$ 10.222,32; profissionais podem contestar os valores nos dias 3 e 4 de novembro.
A decisão judicial prevê ainda o bloqueio de até R$ 324,2 mil em ativos financeiros de quatro integrantes da família.
As ocorrência relatadas vão desde agressões verbais e ameaças até episódios de violência física.
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