O político negou que a sua iniciativa seja pré-campanha eleitoral e comparou com o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula
Gilson Machado distribui adesivos. (Fotos: Reprodução/ Redes Sociais)
O ex-ministro de Jair Bolsonaro, Gilson Machado, comentou em entrevista para a Gazeta do Povo, nesta quarta-feira, 18 de fevereiro, sobre a ação do Partido dos Trabalhadores (PT) contra a distribuição de adesivos em apoio a Flávio Bolsonaro.
O político negou que a sua iniciativa seja pré-campanha eleitoral e comparou com o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula, afirmando que está sendo feito de "cortina de fumaça", pois a homenagem ao petista foi feita com dinheiro público.
Gilson também relatou que disponibiliza os adesivos nas redes sociais e que a distribuição é realizada de forma orgânica pelos apoiadores do ex-presidente.
"Você chega lá, baixa o adesivo e cada um faz organicamente por sua livre e espontânea vontade", afirmou.
O pré-candidato ao Senado criticou o enredo apresentado na Sapucaí, afirmando que adversários políticos do petista foram atacados.
"Primeiro que no meu não tem dinheiro público envolvido e cada um faz o seu próprio adesivo, não tem dinheiro da Embratur, do qual fui presidente, envolvido para fazer apologia a um candidato em ano eleitoral, e não só fazer apologia como não apenas contar uma história, ele passou a atacar adversários políticos, como ele fez com o ex-presidente Bolsonaro e ex-presidente Temer, é muito sério isso, com dinheiro público e ano eleitoral no qual o meliante estava presente também e desceu para sambar na avenida", afirmou.
O PT, pretende acionar a Justiça Eleitoral nos próximos dias contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta prática de campanha eleitoral antecipada.
De acordo com a sigla, a denúncia deve ter como foco a veiculação de adesivos e outdoors com o nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no estado de Pernambuco. Para o partido, a iniciativa configura promoção eleitoral fora do período permitido pela legislação.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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