Coordenadora do Simpere, Jaqueline Dornelas, e o prefeito João Campos. Foto: Montagem Portal/Beto Dantas
Os professores da rede municipal de ensino voltaram às ruas nesta quarta-feira, 14 de maio, reivindicando que o prefeito João Campos (PSB) cumpra a lei do piso nacional, reajustando o salário da categoria, que está em greve desde a última sexta-feira, 9.
Em entrevista ao Portal de Prefeitura, Jaqueline Dornelas, coordenadora geral do Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere), destacou que uma mesa de negociação, que seria realizada na terça-feira, 13 de maio, foi desmarcada pela Prefeitura do Recife após a categoria deflagrar greve.
Jaqueline revelou que o sindicato só foi informado de que a prefeitura não iria mais negociar na noite de segunda-feira, 12. “Nós recebemos a comunicação de que o prefeito não negocia com grevistas e, por isso, a mesa tinha sido cancelada”, explica.
O Simpere aponta que a João Campos quer o fim da greve como condição para voltar a negociar a valorização dos professores.
Os trabalhadores da educação municipal estão cobrando o reajuste de 6,27% no piso salarial da categoria. O aumento foi definido pelo Ministério da Educação (MEC) desde janeiro deste ano. No entanto, o prefeito João Campos está oferecendo o aumento de apenas 2,45% a partir do mês de maio e de 1,5% retroativo de janeiro a abril - o que não foi aceito pelos professores.
Anna Davi, que também integra a coordenadoria do Simpere, destaca que a greve permanece e que, com isso, cerca de 100 mil crianças ficarão sem aula por conta da falta de vontade política do prefeito em resolver a situação.
"A culpa é do governo que não quer negociar. Nós viemos para cá pedir a intervenção da Câmara para que as negociações sejam reabertas e a gente possa chegar a um acordo do piso salarial da carreira, que é o que o professor quer”, aponta Anna.
Exigências do Simpere
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