Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Lula Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Uma pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta-feira, 22 de janeiro, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), venceriam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventuais cenários de segundo turno na corrida pelo Palácio do Planalto.
O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 849 cidades entre os dias 15 e 19 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-03024/2026.
No primeiro cenário, Flávio Bolsonaro aparece com 48,1% das intenções de voto, enquanto Lula registra 41,9%. Brancos, nulos e “ninguém” somam 8,9%, e 1,1% não soube responder.
Já em um confronto entre Tarcísio de Freitas e Lula, o governador paulista alcança 46,1%, enquanto o presidente aparece com 41,3%. Brancos, nulos e “ninguém” somam 10,2%, e 2,3% não souberam responder.
Além desses dois cenários, a pesquisa testou outros nove possíveis confrontos. Neles, Lula aparece atrás, mas numericamente empatado dentro da margem de erro, de figuras como Ratinho Jr. (PSD-PR) e Ronaldo Caiado (União-Goiás).
O levantamento também indica que Lula e Flávio Bolsonaro são os políticos mais rejeitados do país. O presidente tem 51,7% de rejeição, enquanto o senador registra 43,4%.
Outros sete nomes — Eduardo Leite, Ratinho Jr., Romeu Zema, Tarcísio de Freitas, Aldo Rebelo, Ronaldo Caiado e Renan Santos — aparecem empatados dentro da margem de erro, com índices de rejeição entre 12,8% e 15,7%. Entre os entrevistados, 2,8% rejeitam todos os candidatos, 0,9% não rejeitam nenhum, e 2,1% não souberam ou não responderam.
A pesquisa consolida o panorama de competitividade e alta rejeição entre os principais nomes da disputa presidencial, reforçando a importância da mobilização eleitoral e do desempenho nas campanhas de Lula, Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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