Escritor e Filósofo Olávo de Carvalho. Foto: Reprodução
A Câmara Municipal de Vitória, Espírito Santo, irá homenagear o professor e filósofo Olavo de Carvalho, em sessão solene que será realizada nesta sexta-feira, 25 de abril, às 10h. A homenagem foi proposta pelo vereador Dárcio Bracarense (PL).
Olavo morreu em janeiro de 2022, aos 75 anos, em Richmond, Virgínia, Estados Unidos. Se estivesse vivo, o filósofo completaria 78 anos na segunda-feira, dia 29 de abril.
Segundo a Câmara Municipal, o evento tem como principal objetivo reunir alunos, seguidores e leitores "de um dos maiores filósofos que o Brasil já teve".
"O professor e filósofo Olavo de Carvalho foi responsável por educar e despertar a consciência de inúmeras pessoas, além de ter influenciado milhares de brasileiros", destaca a Casa legislativa.
Olavo se tornou um dos expoentes do conservadorismo político brasileiro, sendo um dos mentores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele também foi responsável por fundar o Seminário de Filosofia e do Curso Online de Filosofia (COF), ele também atuou por alguns anos em redações de veículos como a Folha da Manhã e Jornal da Tarde.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que segue apostando no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como "grande condutor" do processo eleitoral de 2026.
Tarcísio é apontado como um dos nomes viáveis para concorrer à Presidência em um cenário em que Bolsonaro não consiga reverter sua inelegibilidade.
Além de se afirmar "absolutamente leal" ao ex-chefe do Executivo federal, ele negou que os governadores da direita estejam tentando herdar capital político.
"Ninguém tem o interesse necessariamente de ser protagonista desse processo. Todo mundo quer construir uma alternativa para o Brasil e esse grupo vai estar junto. Então, quem aposta em fragmentação da direita, eu acho que está apostando errado", disse em entrevista à Revista Oeste.
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Na ocasião, os ministros vão analisar os diálogos entre o magistrado e o banqueiro Daniel Vorcaro, e decidir se ele deve ser investigado.
Segundo nota divulgada pela assessoria do candidato, ele precisou receber medicação intravenosa.
O senador questiona os fundamentos para a ação e alega que a motivação seria ele ter ultrapassado o atual presidente Lula (PT) nas pesquisas.
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