O candidato à Presidência pelo PSD definiu o cenário como uma "monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe" e estendeu a crítica à família Bolsonaro.
Ronaldo Caiado e Lula. Foto: Divulgação
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) criticou na quinta-feira, 30 de julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a abertura de inquérito contra um dos filhos do petista, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Ele é suspeito de tráfico de influência no governo federal.
"Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver. Esse é o retrato da novela política chamada PT, em cInartaz há décadas sempre com o mesmo enredo, sempre com os mesmos personagens", disse Caiado em publicação no X.
Caiado definiu o cenário como uma "monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe" e estendeu a crítica à família Bolsonaro.
"Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege outro filho", afirmou Caiado, sem nomeá-los.
Lulinha é alvo de inquérito autorizado pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Polícia Federal. A investigação apura se o filho do presidente vendia acesso ao governo federal em troca de pagamentos.
O nome de Lulinha surgiu nas investigações sobre desvios de aposentadorias por causa da suposta relação com o empresário Antônio Camilo Antunes, o "Careca do INSS", apontado como líder do esquema. A PF suspeita que Lulinha seria sócio oculto do empresário.
Procurada, a defesa de Lulinha disse ter recebido a informação "com tranquilidade" e afirmou que ele não obteve pagamento por negócios de empresários com o governo Lula.
Estadão Conteúdo
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No pronunciamento, que será exibido às 20h30 e terá cinco minutos de duração, o ministro deverá convocar os eleitores a comparecerem às urnas para exercer o direito de votar.
A discussão envolve mudanças na organização da jornada semanal de trabalho e nas condições de descanso dos profissionais, além dos possíveis impactos para empregadores e diferentes setores da economia.
O transporte acontece ao mesmo tempo nos 18 polos eleitorais e termina neste sábado (3), véspera da eleição.
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