Deputado Coronel Alberto Feitosa. Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura
Nos dias 4 e 6 de julho, representantes da direita se reúnem em mais uma edição do Seminário Veritas Liberat, que neste ano traz o tema “Reconstruindo Direitos: uma jornada pela Anistia e Liberdade”.
O evento ocorrerá no dia 4 de julho em Lisboa, chegando à sua nona edição, e em Madrid no dia 6 de julho, com a segunda edição na capital espanhola. O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa foi novamente convidado como palestrante em ambos os encontros.
Feitosa irá abordar o tema “Estado Democrático de Direito?”, com uma análise sobre as prisões de Gilson Machado e Mauro Cid, ocorridas em junho, e o impacto desses episódios no cenário político e jurídico brasileiro.
Entre os demais nomes confirmados como palestrantes estão: Damares Alves, senadora; Onyx Lorenzoni, ex-ministro do governo Bolsonaro; Hermann Tertsch, deputado espanhol; José Antonio Fuster, deputado da Assembleia de Madrid; Sóstenes Cavalcante, deputado federal; Antonio Tanger, deputado português; Diogo Pacheco, deputado da Assembleia de Portugal.
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa falou sobre a prisão de Gilson Machado durante o seu discurso no plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco, na segunda-feira, 16 de junho.
“O que aconteceu com Gilson provocou uma indignação que rompeu as diferenças politicas e partidárias. Eu recebi muitas ligações solidárias e nas minhas redes sociais foram muitos os comentários de apoio a Gilson Machado”, disse Feitosa abrindo seu pronunciamento no plenário.
O parlamentar não poupou críticas a prisão do amigo e parceiro político. Ao lado de Gilson Machado, o deputado Coronel Alberto Feitosa reforça palanque de Bolsonaro em Pernambuco.
“Aqui no Brasil , o ônus da prova cabe a quem acusa e não a quem se defende.. É como se dissesse assim: prove o que você não fez o que eu tô dizendo que você fez”, disse Feitosa.
O deputado estava com Gilson Machado um dia antes da prisão em agenda com Bolsonaro no Rio Grande do Norte.
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Com 93,14% das seções totalizadas, nenhum dos candidatos alcançou a quantidade necessária de votos para definir a disputa presidencial no primeiro turno.
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