A jovem foi condenada a 10 anos de prisão pela Justiça da Venezuela, por criticar um programa de distribuição de alimentos subsidiados pelo governo de Nicolás Maduro.
Coronel Alberto Feitosa cita caso de jovem venezuelana presa. Foto: Montagem/Portal de Prefeitura/Reprodução
O deputado estadual, Coronel Alberto Feitosa (PL), compartilhou um print em suas redes sociais, nesta sexta-feira, 27 de junho, apontando que pode acontecer no Brasil o que já está acontecendo na Venezuela. Na ocasião, o parlamentar usou como exemplo o caso de uma jovem venezuelana que foi condenada a 10 anos de prisão por questionar o regime de Nicolás Maduro.
"Olha no seu celular, como eu estou olhando aqui no meu, aonde nós vamos chegar", declarou o deputado em postagem nas suas redes sociais.
O caso usado como exemplo pelo deputado refere-se ao episódio de uma jovem, de 25 anos, condenada a 10 anos de prisão pela Justiça da Venezuela por criticar um programa de distribuição de alimentos subsidiados pelo governo de Nicolás Maduro.
A mulher foi julgada por incitação ao ódio, no qual críticos afirmam que a lei serve para intimidar a oposição de Nicolás Maduro.
À AFP, uma fonte próxima ao caso forneceu detalhes da sentença, que não foi oficialmente comunicada pela justiça venezuelana. A família escolheu não se pronunciar.
A jovem foi presa no dia 9 de agosto de 2024, logo após comentar o seguinte na rede social Facebook: "que ruim que uma pessoa dependa de uma bolsa", em referência a um programa de distribuição de alimentos subsidiados pelo governo.
A crítica havia sido direcionada à chefe de rua local, que ficava encarregada de distribuir alimento na comunidade, a denunciou às autoridades do país.
A jovem deixou uma carta aos pais e foi divulgada recentemente nas redes sociais.
"Mamãe e Papai. Com muita nostalgia e tristeza escrevo esta carta porque sinto que tudo o que eu diga não será suficiente para reparar o dano que lhes fiz passar. Estou aqui, neste lugar escuro, presa não só entre quatro paredes, mas pelo peso da minha culpa e da minha tristeza, e embora eu tente encontrar sentido, a verdade é que não consigo... já não tenho mais vontade de continuar”, disse a jovem em um trecho da carta.
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O resultado foi confirmado durante a apuração da Justiça Eleitoral. Com 98,16% das urnas totalizadas, Raquel registrava 53,28% dos votos válidos, enquanto João Campos tinha 44,78%.
Os candidatos integraram a mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco. A estratégia garantiu a eleição de ambos, que se juntarão à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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