Ex-capitão do BOPE rebate ex-governadora do Rio: "Na gestão de Benedita, a polícia matou mais" Foto: Reprodução / Redes Sociais
Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), usou suas redes sociais para rebater declarações da ex-governadora do Rio de Janeiro sobre a letalidade das operações realizadas nos complexos da Penha e do Alemão.
Benedita havia afirmado anteriormente que participou da prisão de Fernandinho Beira Mar e Elias Maluco “sem efetuar um único disparo”. Segundo Pimentel, dados do Instituto de Segurança Pública apontam que durante os nove meses em que a ex-governadora esteve no governo do Rio, ocorreram mais de 900 mortes.
"Ela foi a única governadora do Rio de Janeiro que não foi presa, por isso só a gente já tem que ter o respeito dela imenso. Ela foi muito contundente dizendo que essa operação não tinha inteligência nem planejamento e que na época dela a polícia não matava, a polícia sequer atirava. Na gestão da Benedita, a polícia matou mais do que na gestão do Cláudio Castro. Na gestão da Benedita, a polícia matou mais do que na gestão do garotinho. Ela fecha o ano com 900 mortes. No ano anterior foram, se eu não me engano, 500 mortes por intervenção policial. Então, o debate é político, não é técnico, não é verdadeiro. Eu tenho admiração pela pela ex-governador."
Benedita da Silva (PT) criticou a megaoperação realizada pela Polícia Cívil e BOPE, que teve ordem de Cláudio Castro (PL) e registrou 121 mortos. A ex-governadora do Rio de Janeiro criticou o ocorrido. A operação foi dita por Castro como um grande "sucesso, onde as únicas vítimas foram os quatro policiais".
Em discurso, Benedita falou: "Eu fiquei 9 meses como governadora do estado do Rio de Janeiro. Peguei Fernandinho Beira-Mar e também o Elias Maluco, tudo isso sem dar um tiro na comunidade."
No entanto, segundo o jornal ' O Estado de São Paulo', publicado em dezembro de 2002, foi contabilizado cerca de 834 mortes em 11 meses, superiores aos 592 óbitos registrados em 2001. Até o momento, o governo de Cláudio Castro foi responsável por 699 mortes em confrontos.
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