Eduardo Tagliaferro e o ministro Alexandre de Moraes. Foto: Reprodução/Instagram
Uma matéria do Gazeta do Povo revelou mensagens obtidas pela Polícia Federal na investigação sobre o perito Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revelam que ele temia ser preso por ordem do ministro, ou até morto, caso contasse publicamente o que sabia.
Segundo a reportagem, em conversas particulares que manteve ao longo do ano passado com sua mulher, Tagliaferro expressou medo do ex-chefe.
“Se eu falar algo, o Ministro me mata ou me prende”, escreveu o perito, em 31 de março de 2024, para a sua atual esposa, numa mensagem de WhatsApp. No diálogo, ele manifestou o desejo de “contar tudo de Brasília” antes de morrer. “Minha vontade, é chutar o pau da barraca, jogar tudo para o alto”, escreveu Tagliaferro.
As mensagens, inéditas, foram capturadas pela Polícia Federal no inquérito contra Tagliaferro que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
A Gazeta do Povo afirmou que teve acesso ao histórico de conversas dele com a mulher pelo WhatsApp a partir de um relatório oficial da investigação, e que o inquérito é público e o documento pode ser acessado por qualquer pessoa cadastrada no sistema de consulta processual do STF.
Jason Miller, ex-conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes neste domingo, 13 de abril.
Em post nas redes sociais, Miller classificou Moraes como uma "ameaça à democracia".
"O Ministro da Suprema Corte do Brasil, Alexandre de Moraes, é a maior ameaça à democracia no Hemisfério Ocidental, e ele acha isso engraçado", afirmou, repercutindo um trecho da entrevista de Moraes à revista americana The New Yorker.
Miller já teve problemas com Moraes anteriormente. Em setembro de 2021, o ex-assessor de Trump foi abordado pela Polícia Federal no aeroporto de Brasília, no âmbito do inquérito no STF que apurava a atuação das chamadas "milícias digitais".
O americano é fundador da rede social Gettr, que passou a acolher extremistas em 2021 após bloqueios e suspensão de contas por parte de plataformas como Facebook e Twitter.
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