18 de junho de 2019 às 19:46

Em um texto de Geografia do 7º ano da escola Eleva, que se referia ao impeachment de Dilma Rousseff como “golpe”, foi corrigido após reclamação de pais de alunos de 11 e 12 anos da unidade do bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro.
Em resposta ao trecho do material didático, a Equipe da Plataforma de Ensino Eleva citou o que chamou de “mau emprego” da palavra “golpe”, pediu “desculpas por qualquer desconforto que tenha sido gerado no ambiente escolar” e informou aos pais que “uma errata foi produzida”.
Na versão original, o item referente ao governo Dilma, no módulo “Industrialização brasileira: do Governo Militar aos dias atuais”, terminava com a seguinte narrativa:
“Após a consagração de políticas sociais que reduziram a desigualdade, novas cobranças começaram a surgir e a oposição civil-política se mobilizou contra o governo consagrando o golpe que tirou Dilma Rousseff do poder em 2016 e colocou o vice-presidente Michel Temer na cadeira presidencial.”
Na versão corrigida, a equipe da Eleva não chegou a usar o termo “impeachment”. Ela recorreu à palavra “destituição”.
Fonte: JP




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O ministro do STF também disse que os servidores do Supremo "permaneceram vigilantes" em relação à preservação da democracia.
Flávio anunciou que, se for eleito, vai conceder indulto ao próprio pai. Portanto, uma eventual decisão do ministro anteciparia e daria ainda mais poderes para o senador, caso eleito.
O senador recebeu 52,71% dos votos válidos, o equivalente a 28.844 votos. O petista, por sua vez, teve 40,11%, com 21.949 votos.
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