Presidente Lula. Foto: Agência Brasil
Um empresário brasileiro de grande relevância econômica teria decidido iniciar negociações com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para firmar um acordo de colaboração com o órgão. As informações são da coluna Radar, da Revista Veja.
De acordo com a matéria, a iniciativa envolveria a entrega de provas relacionadas a um suposto achaque que teria sido praticado por um dos principais ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo a publicação, o empresário afirma possuir provas da denúncia devidamente registradas e documentadas.
A coluna revela ainda que o episódio também envolveria uma grande banca de advocacia brasileira e um advogado bastante conhecido em Brasília, que teria influência e trânsito no Senado Federal.
Até o momento, não foram divulgados os nomes das pessoas supostamente envolvidas nem detalhes adicionais sobre o conteúdo das provas mencionadas.
A pesquisa Real Time Big Data divulgada na última terça-feira, 3 de março, mostra que a avaliação da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está dividida entre os eleitores.
Para 26%, a administração é considerada ótima ou boa; 27% apontam como regular; e 46% avaliam como péssima. No total, 44% aprovam o trabalho do presidente até o momento, enquanto 51% reprovam. Outros 5% não souberam ou não responderam.
Apesar da avaliação, Lula lidera as intenções de voto para a disputa presidencial. No primeiro turno, ele registra 39%, contra 32% do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), aparece com 9%; o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), 2%; o ex-deputado federal Aldo Rebelo (DC), 2%; e Renan Santos (Missão), 2%. Votos brancos e nulos somam 7%, assim como os que não souberam ou não responderam.
Em cenários alternativos, Lula mantém vantagem: contra Eduardo Leite (RS), registra 40% a 34%; contra Ronaldo Caiado (GO), 40% a 33%; e contra Zema, 40% a 3%.
Na pesquisa espontânea, Lula tem 29%, Flávio Bolsonaro 19% e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 4%. Ratinho Jr. e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pontuam 2%, Ciro Gomes (PSDB) marca 1%, e 15% dos eleitores votaram branco ou nulo.
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