Túlio Gadêlha e Dani Portela. Túlio Gadêlha e Dani Portela.
O deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) anunciou seu apoio à candidatura de Dani Portela (PSOL) à Prefeitura do Recife durante uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 22 de julho.
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No entanto, o parlamentar disse que só vai participar ativamente da campanha se a candidata lhe procurar para conversar.
"Minha participação vai depender do PSOL, que não acolheu os candidatos a vereador da Rede. Os 11 se queixaram de que não foram acolhidos, mas serão candidatos", explicou.
A candidatura de Dani Portela foi oficializada no último sábado, 20 de julho, com Alice Gabino (Rede) como vice.
Túlio Gadêlha explicou que não participou da convenção porque acreditava que o resultado já estava definido, com 29 votos para Dani Portela e 21 para ele.
O deputado reconheceu a legitimidade da candidatura de Dani Portela, destacando sua trajetória como deputada estadual.
Por fim, o parlamentar criticou o PSOL em Pernambuco por ser mais radical em comparação à federação PSOL/Rede em nível nacional.
Federação PSOL/Rede define oficializa candidatura de Dani Portela
A decisão foi tomada por maioria absoluta e contou com a presença de convencionados de ambos os partidos.
O nome de Dani Portela foi definido pelo PSOL-Recife para a disputa municipal no final do Congresso Municipal do partido em 2023. Em maio deste ano, a pré-candidatura foi aprovada e reconhecida pela Federação PSOL/Rede.
A partir desse mesmo mês, a Federação promoveu encontros com a população, movimentos sociais, universidades e organizações em prol de debater os principais desafios do Recife e elaborar coletivamente propostas de políticas públicas. Até agora foram realizadas 16 plenárias, com a participação de cerca de 1.500 pessoas em todas as RPAs da cidade.
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A decisão foi comunicada pelo Governo de Pernambuco à Justiça Eleitoral nesta terça-feira, 14 de abril, atendendo a uma solicitação do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.
O distanciamento do deputado em relação a setores da direita foi sua posição sobre o projeto de lei que trata da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Em março, o presidente marcava 46% em um eventual segundo turno enquanto o senador tinha 43%, empatados dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais.
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