O senador minimizou a chance de uma nova polarização entre Lula e Jair Bolsonaro no próximo pleito geral, expressando otimismo em um resultado positivo que possa alterar o panorama eleitoral.
Senador do PT, Humberto Costa. Senador do PT, Humberto Costa.
O senador Humberto Costa (PT-PE), coordenador do Grupo de Trabalho Eleitoral do PT, acredita na possibilidade de o partido ampliar sua influência nos estados, concentrando esforços na região Nordeste, onde a legenda é mais forte.
Em uma entrevista ao Correio Braziliense, Costa minimizou a chance de uma nova polarização entre Lula e Jair Bolsonaro, expressando otimismo em um resultado positivo que possa alterar o panorama eleitoral para 2026.
"Em muitos lugares, o PT pode não ganhar, mas pode ter um desempenho eleitoral importante e, com isso, forjar novos quadros, fortalecer nomes que podem ser fortes para a disputa de 2026 para a Câmara e para o Senado, para os governos estaduais. Por outro lado, a eleição municipal vai ser um espaço para a gente discutir o próprio governo Lula e acho que vai ser um momento importante falar do que o governo federal está fazendo", disse Humberto.
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Nas eleições municipais deste ano, o Partido dos Trabalhadores apostou em algumas capitais, mas não lançou candidaturas próprias em duas cidades chave: Rio de Janeiro e São Paulo.
No Rio, o prefeito Eduardo Paes (PSD), após negociações com o partido de Luiz Inácio Lula da Silva, optou por uma chapa exclusiva do seu partido, tendo como principal oponente o deputado Alexandre Ramagem (PL), alinhado a Bolsonaro.
Em São Paulo, o deputado Guilherme Boulos (PSol) tenta desafiar a reeleição de Ricardo Nunes (MDB), contando com o apoio de Marta Suplicy, uma figura histórica do PT. Nunes, que foi oficializado candidato no último sábado (3), compartilha o palco com os ex-presidentes Jair Bolsonaro (PL) e Michel Temer (MDB).
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O deputado estadual o candidato ao Senado direcionou o chamado a moradores de diferentes regiões de Pernambuco, incluindo Sertão, Agreste, Zona da Mata, Mata Sul e Região Metropolitana.
Os porcentuais estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos
A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
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