O parlamentar acusou o prefeito de falhar nos acenos à direita, de não estabelecer diálogos sobre estratégias de campanha, e, agora, de aprovar a "maior traidora do bolsonarismo".
Eduardo Bolsonaro critica Nunes por apoiar a candidatura de Joice Hasselmann Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi criticado por Eduardo Bolsonaro (PL). O deputado não gostou do apoio de Nunes à candidatura de Joice Hasselmann (Podemos) à Câmara Municipal da capital paulista. O parlamentar acusou o prefeito de falhar nos acenos à direita, de não estabelecer diálogos sobre estratégias de campanha e, agora, de apoiar a "maior traidora do bolsonarismo".
"É inacreditável como Nunes cava a própria sepultura ao apoiar a maior traidora do bolsonarismo. Ele tem o apoio do PL, mas falha nos acenos, nessa tentativa de se posicionar ao centro. É nesse vácuo que Pablo Marçal (PRTB) tem crescido, por se alinhar com o eleitorado fiel aos nossos valores", declarou Eduardo Bolsonaro.
Nunes foi visto em um vídeo publicado na terça-feira, 13 de agosto, no qual chamava Hasselmann de "nossa candidata a vereadora".
Além de Eduardo Bolsonaro, seguidores também criticaram o apoio nos comentários e marcaram o perfil do deputado.
Na publicação, Joice Hasselmann convoca os eleitores a se unirem contra Guilherme Boulos (PSOL), principal oponente de Nunes, segundo as pesquisas eleitorais. "Agora é hora de todos se juntarem para formar um cinturão anti-Boulos em São Paulo. São Paulo merece mais!", escreveu. Nunes afirmou que conversará sobre o assunto com Eduardo e que Joice é apenas uma das 600 vereadoras de sua coligação.
Joice esteve afastada da política desde 2022, após ser derrotada e romper com o bolsonarismo em 2019. Desde então, a ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara tornou-se uma adversária da extrema-direita.
Estadão Conteúdo
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Foram eleitas: Raquel Lyra, em Pernambuco; Celina Leão, no Distrito Federal; e Mailza Assis, no Acre.
Mais de 1 milhão de eleitores não compareceram às urnas no estado. O índice foi menor que o registrado no primeiro turno e em 2022.
Líderes do Uruguai, México, Bolívia, Panamá e Paraguai se manifestaram após a confirmação da reeleição do presidente brasileiro.
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